Hoje na secção de Livros do ‘Actual’

– Os livros da rentrée, por José Mário Silva
Ouro e Cinza, de Paulo Varela Gomes (Tinta da China), por Ana Cristina Leonardo
Estação 2012, de Henrique Manuel Bento Fialho (Mariposa Azual), por José Mário Silva
Ressurgir, de Margaret Atwood (Relógio d’Água), por José Guardado Moreira
O Francoatirador Paciente, de Arturo Pérez-Reverte (ASA), por José Mário Silva
Jacques, o Fatalista, de Denis Diderot (Tinta da China), por Luís M. Faria
À Beira do Abismo, de Raymond Chandler (Porto Editora), por Pedro Mexia

Hoje na secção de Livros do ‘Actual’

Condor, de João Pina (Tinta da China), por Alexandra Carita
Bifes Mal Passados, de João Magueijo (Gradiva), por José Mário Silva
História do Futuro, de Padre António Vieira (Círculo de Leitores), por Luís M. Faria
Zona de Desconforto, de Vários Autores (Chili com Carne), por Sara Figueiredo Costa
Pompas Fúnebres, de Eduardo Pitta (Ulisseia), por Pedro Mexia
(ou, transigindo, de que lado passarás a morrer, a clarear?), de Rui Nunes (Língua Morta), por José Mário Silva

Hoje na secção de Livros do ‘Actual’

Os Factos, de Philip Roth (Dom Quixote) e Roth Unbound, A Writer and His Books, de Claudia Roth Pierpont (Farrar, Strauss and Giroux), por Clara Ferreira Alves
– Conversa com Manuel Jorge Marmelo a propósito de O Tempo Morto é um Bom Lugar (Quetzal) e crítica ao livro, por José Mário Silva
Tea-bag, de Henning Mankell (Presença), por José Guardado Moreira
Contos e Diários, de Isaac Bábel (Relógio d’Água), por Ana Cristina Leonardo
O Ilustre Colegial, de John Le Carré (Dom Quixote), por Luís M. Faria
Fruta Feia, de Miguel Cardoso (Douda Correria), por Pedro Mexia
Bacchanalia seguido de Como Falsa Porta, de José Emílio-Nelson (Edições Sem Nome), por José Mário Silva

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges