Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’

A Era do Deslumbramento, de Richard Holmes (Gradiva), por José Mário Silva
Heróis do Mar, de Nuno Severiano Teixeira (A Esfera dos Livros), por Manuela Goucha Soares
O Tempo de Sua Graça, de Eyvind Johnson (Cavalo de Ferro), por Luís M. Faria
Verão Ártico, de Damon Galgut (Jacarandá), por José Guardado Moreira
Os Voláteis de Fra Angelico…, de Antonio Tabucchi (D. Quixote), por Pedro Mexia
Esse Cabelo, de Djaimilia Pereira de Almeida (Teorema), por José Mário Silva

Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’

E Assim Sucessivamente, de Abel Barros Baptista (Tinta da China), por José Mário Silva
O Conceito do Político, de Carl Schmitt (Edições 70), por Luís M. Faria
Pyongyang, de Guy Deslisle (Devir), por Sara Figueiredo Costa
Mera Distância, de Luís Amorim de Sousa (Artefacto), por Pedro Mexia
Cosmicomix, de Amedeo Balbi e Rossano Piccioni (Gradiva), por José Mário Silva

Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’

A Zona de Interesse, de Martin Amis (Quetzal), por José Mário Silva
A Vida Secreta dos Livros, de Santiago Posteguillo (Clube do Autor), por José Guardado Moreira
Samarcanda, de Amin Maalouf (Marcador), por José Guardado Moreira
As Ondas, de Virginia Woolf (Relógio d’Água), por Pedro Mexia
O Mundo ao Contrário, de Atak (Planeta Tangerina), por Sara Figueiredo Costa
A Sombra do Mar, de Armando Silva Carvalho (Assírio & Alvim), por José Mário Silva
Uma Conspiração de Estúpidos, de John Kennedy Toole (Relógio d’Água), por Luís M. Faria

Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’

– Entrevista com Martin Amis, a propósito do romance A Zona de Interesse (Quetzal), por José Mário Silva
O Homem da Guitarra Azul e outros poemas, de Wallace Stevens (Guilhotina), por Pedro Mexia
Orfeu de Bicicleta (Um Pai no Século XXI), de Francisco Bosco (Tinta da China), por José Mário Silva
O Olhar e a Alma, de Cristina Carvalho (Planeta), por Luísa Mellid-Franco

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges