Biblioteca de Bolso, #3

Entre a fictícia Tonia Buddenbrook, por quem se apaixonou perdidamente aos 14 anos, e a Sophia de carne e osso, poeta luminosa que um dia o fez parar as máquinas da gráfica para melhorar um poema, Zeferino Coelho fala de livros que o marcaram. Vale a pena ouvir a sua voz grave, a sua discreta sabedoria, o seu entusiasmo que guarda uma pureza quase juvenil.
Para ouvir aqui.

Teaser

O convidado da próxima semana, no Biblioteca de Bolso, é um dos mais respeitados editores portugueses. Aos 14 anos, apaixonou-se por uma personagem de Thomas Mann e essa paixão não se desvaneceu com os anos, mesmo depois de ter visitado uma praia do Mar Báltico, em busca da sua sombra, só para descobrir que há sempre um abismo entre a realidade dos livros e a realidade «real».

(Como marcador da sua edição francesa de Os Buddenbrook, o nosso convidado usa um postal com o retrato de uma mulher de Lübeck, fotografado em data incerta. Não é Tonia, a rapariga que sacrificou a sua vida no altar de uma família em declínio, mas podia ser.)

Biblioteca de Bolso, #2

No segundo episódio do Biblioteca de Bolso, há reflexões sobre a morte em torno de uma novela perfeita de Tolstói, há a história de uma paixão assolapada por uma personagem de Os Maias (com todos os efeitos secundários, hormonais e sentimentais, que se possam imaginar), há uma tatuagem em cirílico que causa equívocos no Estádio da Luz, há memórias de chocolate quente (a ler Roald Dahl), há curiosos soundbytes e muitas, muitas gargalhadas. São 40 minutos de animadíssima conversa com a Catarina Homem Marques. Podem escutá-los aqui.

Biblioteca de Bolso, #1

O primeiro episódio já está disponível: aqui.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges