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Ler para ser outro


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Uma excelente campanha publicitária.

A torre da catedral


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Depois de ler o post anterior, o escritor José Rentes de Carvalho, um dos portugueses que melhor conhecem a Holanda, enviou-me gentilmente uma fotografia da torre da catedral de Utrecht, essa forma esguia erguendo-se do casario que tanto impressionou James Boswell no século XVIII.
Obrigado, caro Rentes.

Graffiti & Literatura (uma boa mistura)


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Mais exemplos aqui.

Tatuagens literárias

Eis um site só sobre «tattoos based on books, poems, lyrics, and many other literary sources».

Assim uma espécie de mapa da Amazon

«Whenever you look at an item on Amazon, the site recommends related items that you might be interested in. So in a way, these items are connected by how people buy. Artist and designer Christopher Warnow uses the metaphor to create a network of Amazon products, where each node represents an item, and connections, or edges, represent common bonds of recommendations. Simply enter an Amazon link, and Warnow’s software generates a network.»

Partilhar estantes

How to Say “I Do” to Shared Bookshelves Without Ruining Your Relationship.

Uma lista de palavras a abater

A Lake Superior State University acaba de publicar a sua lista anual de «Words Banished from the Queen’s English for Misuse, Overuse and General Uselessness». Ou seja, palavras gastas, mal usadas ou inúteis que deviam sair de mansinho do léxico colectivo, para bem da higiene vocabular.
Em Portugal, creio que não seria difícil compor uma lista semelhante. Sugestões?

Estante oblíqua

Para quem gosta de ler na diagonal.

Action figures das Letras


Oscar Wilde


Agatha Christie


Isaac Asimov


Flannery O’Connor


Kurt Vonnegut


Sylvia Plath

Mais bonecada que escreve, aqui.

Já não sabem o que hão-de inventar

Os blocos de post-it começaram por ter uma forma quadrangular, mas depois foram-se diversificando. Agora acaba de surgir este modelo:

Que nome dar às notas que se prendem ao pulso como um relógio? Pulsações?

Galeria de horrores

Tem um fraquinho por capas de livros inacreditavelmente feias? A sério? Então deixe-me apresentar-lhe um site irresistível: Good Show Sir. Sem falsas modéstias, promete «only the worst Sci-fi/Fantasy book covers». E cumpre. Cumpre mesmo.

Com a Planeta Tangerina é outra loiça

Conferir os protótipos de uma das novas linhas da Vista Alegre, aqui.

Títulos com uma letra a menos

Ou o equivalente literário da silly season.

O cemitério dos romances inacabados

My Unfinished Novels é um site criado por Steve Wilson, com a autoridade de quem se apresenta como um «six-time failed novelist». O conceito não podia ser mais simples:

«For most writers, any novel that is unpublished is a failure, since most authors don’t want their manuscripts to gather dust under the bed. But some novels never even get to the point of being unpublished. They are simply abandoned, sometimes because of material pressures (second job, third kid, fourth tour of Iraq), and sometimes because of creative illnesses, internal cracks in the author’s foundation. People change, but books remain static, and if a person changes enough, the book they were writing may no longer be their book.
My Unfinished Novels exists to explore that idea: why was this novel abandoned? The answers, hopefully, will elucidate and entertain.»

Elucidam-nos e divertem-nos, indeed, embora por vezes seja constrangedor assistir à partilha tão sofrida (mas sempre instrutiva) destes «falhanços criativos».

Ler o ‘Ulisses’ no Twitter

Na passada quinta-feira, dia 16, celebrou-se um pouco por todo o mundo mais um Bloomsday. De entre todas as evocações da obra-prima de James Joyce, houve uma que teve qualquer coisa de Rossio enfiado à força na Rua da Betesga. Refiro-me ao projecto de condensar as quase 800 páginas do romance em 96 sequências de tweets (com um máximo de 140 caracteres cada um). O resultado desta micronarrativização de um clássico pode ser conferido aqui. E aqui encontramos um apanhado das reacções ao Bloomsday Burst.

Uma Torre de Babel feita de livros

Em Maio, a artista Marta Minujin criou em Buenos Aires uma espantosa obra efémera: uma Torre de Babel de estrutura helicoidal, com uma altura equivalente a sete andares, coberta com 30 mil livros nas mais diversas línguas e dialectos, formando no seu todo uma grande «biblioteca multilinguística».
O projecto tem a ver com Babel, tem a ver com livros, e terá decerto a ver com Jorge Luis Borges. Este vosso humilde BdB só poderia levantar-se e aplaudir.

Duas estantes borgesianas

A estante-labirinto:

E a estante infinita, dobrada sobre si mesma como a tira de Moebius:

Das vantagens de escrever na cama

Robert McCrum, do The Guardian, explica quais são.

iMoleskine

Há quem ande com um Moleskine no bolso. Há quem ande com um iPhone no bolso. A partir de agora, haverá quem ande com um Moleskine dentro do iPhone que está no bolso.

Uma gralha


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Hoje, a primeira página do Público anuncia uma colecção com um conceito interessante: livros escolhidos de autores importantes que nunca ganharam o Nobel. Estranhamente, Jorge Luis Borges não faz parte do lote, o que o coloca numa posição bizarra: não só foi ignorado pela Academia Sueca, como volta a ser ignorado na lista dos excluídos do Nobel.
Outro que não teve muita sorte foi Henry James, que na capa do respectivo volume passa a Henri James. Toda a gente sabe que o autor de Retrato de uma Senhora nasceu americano e naturalizou-se britânico. Pelos vistos, agora também o querem afrancesar.

O poder dos livros

Isto não é uma campanha publicitária de incentivo à leitura. Mas podia ser.

Prémio para o título de livro mais estapafúrdio

E o vencedor deste ano é… Managing a Dental Practice the Genghis Khan Way, de Michael Young.

Festival dos livros que se comem

Em inglês: International Edible Book Festival. Em francês: Festival International du Livre Mangeable. O próximo decorre a 9 de Abril, na Biblioteca Pública de Winnipeg (Canadá).

McBook

Anúncio criado por uma agência de publicidade húngara para a McDonald’s.

[via Book Patrol]

Portuguesismos.com

É «a maior enciclopédia não-oficial da Língua Portuguesa», dizem eles. Um fartote de coloquialismos, prontos a usar.

[via Webmania]

Choque de titãs

Para perceber como funciona o Google Books Ngram Viewer (neste caso tomando como ponto de partida o corpus de livros mais vasto do Google Books, o de língua inglesa), lembrei-me dos seguintes duelos literários: José Saramago vs. António Lobo Antunes; Luís Vaz de Camões vs. Fernando Pessoa; Mario Vargas Llosa vs. Gabriel García Márquez.
Eis os resultados:

José Saramago vs. António Lobo Antunes

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(clique para aumentar esta imagem e as seguintes)

No início dos anos 80, Saramago e Lobo Antunes andavam mano a mano. Depois, em 1988, uma década antes do Nobel, Saramago descola. Não deixa de ser curioso que o auge das referências a Saramago, em livros escritos na língua inglesa, tenha acontecido em 2003.

Luís Vaz de Camões vs. Fernando Pessoa

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Na década de 40, Camões estava em grande. Depois, veio por ali abaixo, com picos ocasionais. Já Pessoa começa a subir na década de 80 (coincidindo com o centenário e com a internacionalização da sua obra). A tendência é para que a curva do Camões propriamente dito e a curva do putativo «super-Camões» fiquem cada vez mais próximas.

Mario Vargas Llosa vs. Gabriel García Márquez

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Quanto a uma das maiores rivalidades literárias do século passado, a que opôs Vargas Llosa a García Márquez, é nítido que a ligeira vantagem do segundo se acentuou a partir de 1982, quando o colombiano ganhou o Nobel. Infelizmente, os dados disponíveis terminam em 2008. Seria interessante verificar se Llosa, ao ganhar o Nobel este ano, já recuperou da desvantagem e passou de novo para a frente, como no final da década de 60.

Será que já alguém se lembrou de escrever um romance, do princípio ao fim, no Facebook?

Sim. O seu nome é Leif Peterson, um escritor que apenas reinventou, na mais utilizada das redes sociais, certo conceito bastante antigo: o de folhetim.

Aproximações ao dinossáurio

Oito realizadores apresentam versões diferentes do célebre microconto de Augusto Monterroso: «Quando acordou, o dinossáurio ainda estava ali.»

[via BiblioFilmes]

Roadside Haikus

Poesia urbana, na berma da estrada.

A mobília de Lisbeth Salander

Alguém se deu ao trabalho de conferir e materializar em imagens a lista das compras feitas, no IKEA, por Lisbeth Salander durante o segundo volume da trilogia Millennium, de Stieg Larsson. Ei-la:

lisbeth-salander-ikea-01_rect540

[via BiblioFilmes]

Bombardeamento de poemas

Ou de como os berlinenses viram milhares de versos a cair dos céus.

Palavras

Não há nada mais poderoso (e ambíguo) do que a linguagem.

[via Very Short List, que explica neste post o conceito por trás do filme de Daniel Mercadante e Will Hoffman]

Do que eu precisava mesmo era disto

estante

Uma estante-torre com dois andares de altura. Ou, já agora, três, que eu vivo num 3.º Direito sem elevador.

O mapa turístico da literatura

Insira o nome do seu escritor preferido e veja o que acontece.

Silly season

No e-Bay, já se sabe, encontra-se de tudo. Livros raros, candeeiros malucos, tostas com a éfigie de Elvis na parte queimada, whatever. Mas isto ultrapassa todos os limites. Alguém no seu perfeito juízo quererá comprar a sanita «usada» durante décadas por J. D. Salinger na sua casa de New Hampshire? Aparentemente, o vendedor está convencido de que terá muitos candidatos à aquisição deste «trono», já que pede um milhão de dólares (sim, leram bem, um milhão de dólares) pela distinta peça de memorabilia.

[via Jacket Copy]

Bibliómanos que roubam livros

Uma abordagem a esta singular patologia criminal, por Theodore Dalrymple.

A maior mensagem do mundo foi ‘escrita’ com GPS e é um apelo à leitura de Ayn Rand

A história, incrível, está contada nesta notícia do El País.

Um bom conselho

E sendo assim, o que é que ainda está aqui a fazer?

[via Bookshelf Porn]

Justiça poética

No Zoo de Lagos, como no de Lisboa, muitos animais são apadrinhados por empresas. Há pássaros coloridos com patrocínio da Robbialac, pelicanos a merecerem apoio do Montepio Geral, etc. A lógica é simples, previsível até. Mas há quem a subverta. Por exemplo, num gesto de provocação (ou será apenas honestidade?) uma sociedade de advogados decidiu patrocinar o Bufo Real.

Casos

O livrinho chegou-me às mãos já nem sei bem como: Princesas Dianas & Anti-heróis, de Luís Pedroso (edição de autor, 2009). Quem acha que a poesia portuguesa não presta suficiente atenção à actualidade social e política do país, que ponha os olhos nas duas partes em que se divide esta obra. Título da primeira: ‘O caso BPN’. Título da segunda: ‘O caso Freeport’.

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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges