Fino e flexível



Eis o Skiff Reader.
[via Blogtailors]
Teste comparativo: Kindle vs. Livro
Um estudo feito pela rapaziada da Green Apple Books (não confundir com esta Apple). Este é o terceiro round. A luta entre formatos, chamemos-lhe assim, pode ser seguida no blogue desta livraria de San Francisco. Vale também a pena estar atento ao Twitter deles, aqui.
To Kindle or not to Kindle
Já há algumas vozes a inclinar-se para o not.
[via Blogtailors]
A livraria do século XXI
Será que as livrarias devem temer a difusão cada vez maior dos sistemas de leitura digitais (Kindle, Sony, Plastic Logic, etc.)? Para Audrey Williamson, que analisa aqui um relatório da SLF (Sindicato das Livrarias Francesas) e da Alire (Associação das livrarias informatizadas e utilizadoras de redes electrónicas), mais do que ter medo, os livreiros devem adaptar-se o mais rapidamente que puderem ao novo paradigma. E termina com um sinal de esperança: se antes desta revolução em curso «as livrarias não podiam armazenar todos os livros nas suas lojas», em breve «vão poder vender, na forma digital, qualquer livro que exista».
Lógica plástica
Eis alguns dos argumentos do e-reader da Plastic Logic, um rival do Kindle que promete dar-lhe muita luta em 2009. Dos vários testes à robustez e leveza do produto, o meu preferido é o do sapato, até porque já experimentei fazer a mesma coisa em suportes tradicionais (um artefacto em papel a que chamam livro, não sei se conhecem) e a pegada, ao contrário do que aconteceria com este novo gadget, ainda lá está.
A nova página em branco pode ser um ecrã de telemóvel
É o grande fenómeno editorial dos últimos tempos no Japão. Os keitai shousetsu, romances escritos no telemóvel (com frases curtas, emoticons, etc.) ocuparam metade da lista dos dez livros de ficção mais vendidos durante o primeiro semestre de 2007. As histórias dirigem-se a um público maioritariamente feminino e adolescente, que as vai recebendo por subscrição e sugere rumos para a narrativa. Por se sentirem de certa forma co-autores da obra, os leitores compram depois os livros em papel e contribuem para vendas na ordem do meio milhão de exemplares.
Será que este fenómeno alguma vez chegará a Portugal? E se chegar, como é que será baptizado? Literatura ultra-light?
[via Mind Booster Noori]


Receba por e-mail





