A bolha

«Provavelmente há já quem organize visitas de estudo aos bastidores das bibliotecas. Porque há salas memoráveis, daquelas que podem espantar tanto um leitor como certas páginas dos livros: salas com estantes apinhadas, altas como arranha-céus, salas com arquivos deslizantes que mostram camadas sucessivas de prateleiras, salas com livros tão despedaçados que tememos tocar-lhes (diz-se, nas bibliotecas, que os romances com mais tiras de fita-cola são os melhores).
Os bastidores da biblioteca de Serpa ainda são novos, arrumadíssimos, com uma limpeza de hospital, mas nem por isso menos dignos de uma visita. Sobretudo desde que lá existe uma certa bolha…»

Para ver esta bolha e descobrir para que serve, é favor continuar a ler o post da Isabel Minhós Martins, no blogue da Planeta Tangerina.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges