Dar o braço a torcer (ou melhor, a desenhar)

Eis o novo projecto do José Luís Peixoto: uma moldura vazia tatuada no antebraço esquerdo, aberta à criatividade das muitas pessoas com que se vai cruzando nas suas voltas pelo mundo (neste momento, por exemplo, está em Paraty, na FLIP, onde amanhã lerá na íntegra o seu primeiro livro: Morreste-me).



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges