Ler na praia

«Todo o verdadeiro leitor sabe que na praia não se consegue ler», diz Paulo Moura, no início de mais uma das suas magníficas crónicas. Permito-me discordar. Na praia consegue-se ler tão bem (e às vezes melhor, se houver uma brisa suave vinda do oceano) do que em qualquer outro lugar. E não é preciso reunir a parafernália caríssima do protagonista da crónica. No meu caso, basta-me isto:

cadeiras

Cada uma custou 12 euros, num «bazár económico» [sic] de Aljezur. Servem às mil maravilhas.



Comentários

One Response to “Ler na praia”

  1. Olinda Gil on Setembro 3rd, 2009 15:00

    Coitado do senhor, que nunca teve a felicidade de conhecer uma praia calma.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges