O cheiro dos livros estranhos

Uma investigação literário-olfactiva, por Jeff VanderMeer.



Comentários

4 Responses to “O cheiro dos livros estranhos”

  1. Cronopio on Março 30th, 2010 8:54

    Seria óptimo que existissem, tal como no vinho, odores que nos dessem a conhecer à partida livros “estragados”, como couve-flor, cebola e suor de cavalo (sim, suor de cavalo). Quantas comprar mal feitas se poderiam evitar; quantas oportunidades teriam outros livros de ser lidos!

    Mas cheirar livros não deixar de ser uma “freakada”!

  2. Cronopio on Março 30th, 2010 14:48

    Sr. JMS,

    Publicou o comentário incompleto. Faça-me o obséquio de publicar o 2.º comentário que não tem gralhas e no qual exprimo o meu espanto pelo acto de “postar” não ser automático (e não poder ser corrigido).

    Atenciosamente,

    Cronopio

    PS: Publique este se lhe aprouver. Não é essencial.

  3. José Mário Silva on Março 30th, 2010 16:56

    Caro Cronopio,

    Como não reparei que a segunda versão era a corrigida, apaguei-a, para não duplicar os comentários. Por isso, peço desculpa.
    Quanto ao espanto por os comentários não serem automáticos, digo-lhe apenas que já foram. Deixaram de ser porque algumas pessoas se entretinham a sabotar este espaço de diálogo, com ataques soezes de que eu por vezes só me apercebia demadiado tarde e dos quais tive que passar a proteger-me.

  4. Cronopio on Março 30th, 2010 17:24

    Depois de uma resposta tão educada, nada mais há a apontar!

    E quanto às gralhas do meu comentário que as corrijam mentalmente aqueles que o desejarem.

    Percebo o seu ponto de vista. Na verdade, o seu blog pretende ser sério (algo que eu não sou), objectivo que efectivamente cumpre.

    Peço-lhe apenas que não caia na tentação do lápis azul. Isso seria demasiado “esperanza”.

    Um abraço,

    Cronopio

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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges