O jantar dos reclusos
Durante o lançamento do número 107 da revista Granta, um blogger ouviu Salman Rushdie contar a refeição privada que partilhou, há uns anos, com Thomas Pynchon, na altura em que estava a escrever uma recensão de Vineland para o The New York Times. O post termina assim:
«”He was extremely Pynchon-eque. He was the Pynchon I wanted him to be,” explained Rushdie. He wouldn’t describe the secretive author, but wished he could have befriended Pynchon. “He never called again,” Rushdie concluded, ruefully.»
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