O manifesto de um crítico

E não é um crítico qualquer. Vale muito a pena ler o texto que Daniel Mendelsohn publica hoje no blogue de livros da New Yorker. Eis um pequeno excerto:

«The serious critic ultimately loves his subject more than he loves his reader—a consideration that brings you to the question of what ought to be reviewed in the first place. When you write criticism about literature or any other subject, you’re writing for literature or that subject, even more than you’re writing for your reader: you’re adding to the accumulated sum of things that have been said about your subject over the years. If the subject is an interesting one, that’s a worthy project.»



Comentários

2 Responses to “O manifesto de um crítico”

  1. Paulo Ferreira BT on Agosto 29th, 2012 10:15

    Ia para dizer que isro parece-me mais uma coisa para o umbigo, mas o melhor é deixar esta discussão para um próximo jantar, já que o triplete já foi…

    Um abraço

  2. pedro on Agosto 29th, 2012 15:20

    Acabei de ler há dias a obra ‘Desaparecidos’ e fiquei com a estranha sensação de que o único defeito de escrita deve-se ao facto do autor saber tudo sobre o material de escrita e, em última instância, este saber tudo se traduzir num saber demais que congestiona, por vezes, a obra.

    Não sei… Fiquei com esta sensação.

    De resto, um bom escritor, um crítico imenso.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges