Um mail de Miguel Gonçalves Mendes
Chegou-me hoje ao inbox, reenviado:
«Caros amigos e amigas,
Como sabem, o filme José e Pilar estreou na passada quinta-feira. A afluência em sala tem sido reduzida, fenómeno já habitual no cinema que não seja made in hollywood, pelo que, se gostaram do filme, pedimo-vos que passem palavra e que o divulguem; pois a primeira semana é crucial para que os exibidores o mantenham em sala.
O filme está em exibição em Lisboa, Porto, Cascais, Almada, Aveiro, Braga e Coimbra (nestas 3 últimas cidades é onde tem tido piores resultados, apesar de todas a críticas favoráveis).
No Brasil já foi visto por várias dezenas de milhar de pessoas e no próximo Sábado, dia 27 de Novembro, José e Pilar será filme de abertura do festival de Ronda (Espanha), onde será apresentado pelo Juiz Baltazar Garzón.
Um grande abraço a todos e obrigado por tudo,
Miguel»
Se puderem, passem mesmo a palavra. E, sobretudo, vejam o filme.
Comentários
6 Responses to “Um mail de Miguel Gonçalves Mendes”
- Os reflexos do mal em 19 de Maio de 2012
- O que aí vem (Esfera do Caos) em 19 de Maio de 2012
- Camané no ‘Avenida de Poemas’ em 18 de Maio de 2012
- Amanhã, na secção de Livros do ‘Actual’ em 18 de Maio de 2012
- Juan Marsé: “Ao romancista não basta a realidade, ele tem de ir sempre um pouco mais além” em 18 de Maio de 2012
- Cinco poemas de Liberto Cruz em 17 de Maio de 2012
- A pirâmide alimentar dos escritores em 17 de Maio de 2012
- Por uma Esquerda que não permaneça, de braços caídos, passiva e mole, a assistir ao colapso de todas as suas conquistas em 16 de Maio de 2012
- Carlos Fuentes (1928-2012) em 16 de Maio de 2012
- Noites do ‘Mauritânia’ em 15 de Maio de 2012


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verei sim. E tenho a certeza que o Cineclube irá passá-lo em Famalicão.
Inevitável. Uma obra generosa, para ver, rever, comentar e deixar marca!
Já vi, logo no primeiro dia da estreia. Chorei como não é vulgar nos documentários. Vou passar a palavra e é já.
~CC~
Eu vi e gostei muito. Um filme para guardar em casa. A sala, essa, estava deserta. Não éramos mais de dez.
Mas a Fundação não pode dar uma ajudinha e COMPRAR o filme, libertando-o da obrigação do retorno das bilheteiras? Não foi para ISSO que a Fundação foi criada?
Por Aveiro, falo eu. E confirmo. Nestas e noutras coisas a afluência é reduzida. Tenho pena. Venham cá uns nomes de telenovela… e esgota, uns brasileiros… e esgota. Quer-se uma programação cultural digna e diversificada? Estarreja e até Ílhavo são a resposta.
Não vislumbro hipótese de grandes mudanças, o que ainda mais me entristece. Quando quem de dever nada faz ou não divulga, convenientemente, quando o faz, que mais esperar? O pessoal precisa de ser “educado” e não votado à ignorância. Quando se dá sempre sopa de feijão, ignora-se que a de grão também existe.