Um mail de Miguel Gonçalves Mendes

Chegou-me hoje ao inbox, reenviado:

«Caros amigos e amigas,
Como sabem, o filme José e Pilar estreou na passada quinta-feira. A afluência em sala tem sido reduzida, fenómeno já habitual no cinema que não seja made in hollywood, pelo que, se gostaram do filme, pedimo-vos que passem palavra e que o divulguem; pois a primeira semana é crucial para que os exibidores o mantenham em sala.
O filme está em exibição em Lisboa, Porto, Cascais, Almada, Aveiro, Braga e Coimbra (nestas 3 últimas cidades é onde tem tido piores resultados, apesar de todas a críticas favoráveis).
No Brasil já foi visto por várias dezenas de milhar de pessoas e no próximo Sábado, dia 27 de Novembro, José e Pilar será filme de abertura do festival de Ronda (Espanha), onde será apresentado pelo Juiz Baltazar Garzón.
Um grande abraço a todos e obrigado por tudo,
Miguel»

Se puderem, passem mesmo a palavra. E, sobretudo, vejam o filme.



Comentários

6 Responses to “Um mail de Miguel Gonçalves Mendes”

  1. csd on Novembro 24th, 2010 9:20

    verei sim. E tenho a certeza que o Cineclube irá passá-lo em Famalicão.

  2. André Domingues on Novembro 24th, 2010 14:56

    Inevitável. Uma obra generosa, para ver, rever, comentar e deixar marca!

  3. CCF on Novembro 24th, 2010 16:18

    Já vi, logo no primeiro dia da estreia. Chorei como não é vulgar nos documentários. Vou passar a palavra e é já.
    ~CC~

  4. RC on Novembro 25th, 2010 10:28

    Eu vi e gostei muito. Um filme para guardar em casa. A sala, essa, estava deserta. Não éramos mais de dez.

  5. arlindo minante on Novembro 25th, 2010 11:32

    Mas a Fundação não pode dar uma ajudinha e COMPRAR o filme, libertando-o da obrigação do retorno das bilheteiras? Não foi para ISSO que a Fundação foi criada?

  6. isabel ribeiro on Novembro 27th, 2010 23:10

    Por Aveiro, falo eu. E confirmo. Nestas e noutras coisas a afluência é reduzida. Tenho pena. Venham cá uns nomes de telenovela… e esgota, uns brasileiros… e esgota. Quer-se uma programação cultural digna e diversificada? Estarreja e até Ílhavo são a resposta.
    Não vislumbro hipótese de grandes mudanças, o que ainda mais me entristece. Quando quem de dever nada faz ou não divulga, convenientemente, quando o faz, que mais esperar? O pessoal precisa de ser “educado” e não votado à ignorância. Quando se dá sempre sopa de feijão, ignora-se que a de grão também existe.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges