Diário do Booker 2009 (3)
Embora tenha acabado de ler ontem The Glass Room, de Simon Mawer (já na tradução portuguesa: A Sala de Vidro, a editar pela Civilização em Novembro), ainda não consegui sentar-me a escrever um texto com pés e cabeça sobre o que li. Talvez amanhã. Entretanto, posso dizer que o livro é bastante bom (certamente não tão extraordinário como sugerem algumas críticas publicadas no Reino Unido, mas ainda assim bastante bom). E porque o tempo aperta, já me lancei na leitura do vastíssimo Wolf Hall, de Hilary Mantel, apontado como o grande favorito à vitória. Durante o fim-de-semana prolongado, no intervalo das longas jornadas de leitura que ainda tenho pela frente, espero dedicar a este Diário o tempo e o espaço que merece e não tem tido.
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- O que aí vem (Esfera do Caos) em 19 de Maio de 2012
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- Amanhã, na secção de Livros do ‘Actual’ em 18 de Maio de 2012
- Juan Marsé: “Ao romancista não basta a realidade, ele tem de ir sempre um pouco mais além” em 18 de Maio de 2012
- Cinco poemas de Liberto Cruz em 17 de Maio de 2012
- A pirâmide alimentar dos escritores em 17 de Maio de 2012
- Por uma Esquerda que não permaneça, de braços caídos, passiva e mole, a assistir ao colapso de todas as suas conquistas em 16 de Maio de 2012
- Carlos Fuentes (1928-2012) em 16 de Maio de 2012
- Noites do ‘Mauritânia’ em 15 de Maio de 2012


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