Anunciada a ‘short list’ do Man Booker Prize 2011

O júri do Man Booker Prize 2011, formado por Matthew d’Ancona, Susan Hill, Chris Mullin, Gaby Wood e Dame Stella Rimington (presidente), tornou hoje pública a lista de seis finalistas do prémio:

The Sense of an Ending, de Julian Barnes (Jonathan Cape)
Jamrach’s Menagerie, de Carol Birch (Canongate Books)
The Sisters Brothers, de Patrick deWitt (Granta)
Half Blood Blues, de Esi Edugyan (Serpent’s Tail)
Pigeon English, de Stephen Kelman (Bloomsbury)
Snowdrops, de A.D. Miller (Atlantic)

Para já, pelo menos um destes finalistas, Snowdrops, vai ser editado em Portugal proximamente, pela Civilização (com o título Quando a Neve Começa a Derreter).
O vencedor será conhecido a 18 de Outubro, durante um jantar no London’s Guildhall.



Comentários

4 Responses to “Anunciada a ‘short list’ do Man Booker Prize 2011”

  1. Rui Dantas on Setembro 6th, 2011 13:53

    Boa maratona de leitura!

  2. Outro finalista do Man Booker a caminho | Bibliotecário de Babel on Setembro 8th, 2011 17:20

    […] foi anunciada a shortlist do Man Booker Prize, referi que pelo menos um dos finalistas seria publicado em breve no nosso país: Snowdrops, de […]

  3. mjl on Setembro 10th, 2011 12:06

    Tinha-te enviado uma mensagem, em tempos, a dizer qualquer coisa como: lá vamos nós outra vez.

    Agora, sim, vai começar a dança. Já me descalcei e comecei a exercitar os dedos dos pés.

    Adorei a história dos sapatos a arranharem o tapete da entrada: com miúdos assim, as ruas estão bem protegidas e o futuro torna-se mais risonho, sem sombra de dúvida.

  4. “the unbearable beauty and sense of time passing, of ageing itself” | Bibliotecário de Babel on Setembro 20th, 2011 16:16

    […] The Guardian, Esi Edugyan, um dos seis finalistas do Man Booker Prize, assina um breve texto sobre o impacto que lhe causaram os quadros de Lucian […]

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges