Curso de poesia portuguesa contemporânea na Casa Fernando Pessoa

Dirigido a «professores e alunos, investigadores e amantes da poesia portuguesa», o curso orientado pelo crítico e poeta António Carlos Cortez pretende ser «uma viagem aos textos mais representativos da poesia nacional, problematizando a influência de Fernando Pessoa (1888-1935) em autores que, cada um à sua maneira, contribuíram para a revolução contínua da linguagem poética nessa segunda metade do século passado». O período abrangido vai dos anos 30 («1935 é a data da 1.ª edição do livro de maturidade de Nemésio») aos anos 80 («década em que a obra de Luís Miguel Nava ganha notoriedade e se fixa como uma das últimas poéticas verdadeiramente “modernas” no contexto da nossa Modernidade»). As aulas decorrerão à segunda-feira, entre as 18h00 e as 19h30, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.
Eis os autores a abordar nas nove sessões:

5 de Abril – Vitorino Nemésio e Camilo Pessanha
12 de Abril – Jorge de Sena e Sophia de Mello Breyner
19 de Abril – Eugénio de Andrade e Carlos de Oliveira
26 de Abril – Mário Cesariny e Alexandre O’Neill
3 de Maio – Herberto Helder e Ruy Belo
10 de Maio – Fiama Hasse Pais Brandão e Luiza Neto Jorge
17 de Maio – Gastão Cruz e Armando Silva Carvalho
24 de Maio – Nuno Júdice e António Osório
31 de Maio – Luís Miguel Nava e Ana Luísa Amaral

As inscrições (num mínimo de 30 pessoas e máximo de 80), estão abertas até 31 de Março, na CFP. Custo: 40 euros.



Comentários

2 Responses to “Curso de poesia portuguesa contemporânea na Casa Fernando Pessoa”

  1. Ana on Fevereiro 24th, 2010 23:18

    Alguma iniciativa do género no Porto?

    Obrigada

  2. Manuela Coelho on Março 18th, 2010 18:19

    Há algo do género planeado para o Porto ou Grande Porto?

    Adorava poder participar mas em Lisboa durante a semana é de todo impossivel devido ao horário laboral.

    Obrigada.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges