Inauguração de ‘Senhores Projectos’

A exposição “Senhores Projectos”, que reúne 29 trabalhos de alunos de Arquitectura da Universidade Lusíada de Lisboa, inspirados pela colecção “O Bairro”, de Gonçalo M. Tavares, vai ser inaugurada esta tarde, a partir das 19h00, na Sala das Colunas da Lx Factory, em Lisboa.
Gonçalo M. Tavares aproveitará para lançar o seu último livro: O Senhor Swendenborg e as investigações geométricas (Caminho).
Os alunos do 2.º ano fizeram casas para os Senhores do Bairro e Bibliotecas para o “Bairro”: as casas num terreno vazio e desocupado situado entre a Rua de São Mamede (junto ao Teatro Romano) e a Rua Saudade; as Bibliotecas num espaço situado entre o Beco do Maldonado e o Miradouro das Portas do Sol. Foram seleccionados trabalhos dos seguintes alunos: Ana Menezes (Casa do senhor Henri), Ana Catarina Domingues (Biblioteca), Ana Sanches (Biblioteca), Carlos Pereira (Casa do Senhor Valéry), David Maciel (Biblioteca), Diogo Figueiredo (Casa do Sr. Jaurroz), Diogo de Castro Guimarães (Casa do senhor Breton), Diogo Lourenço (Biblioteca), Eugénio Sousa (Casa do senhor Breton), Geoconda Teca (Casa do senhor Walser), Hélder Nascimento (Casa do Senhor Valéry), Inês Belmarço (Biblioteca), Joana Lopes (Biblioteca), Joaquim Sátiro (Biblioteca), Marta Dray (Casa do senhor Brecht), Nuno Cunha (Biblioteca), Pedro Cruz (Biblioteca), Raul Serra (Casa do Senhor Kraus), Ricardo Félix (Casa do Senhor Calvino), Sebastião de Botton (Biblioteca), Sérgio Santa (Casa do Sr. Calvino e Biblioteca) e Teresa Correia (Biblioteca).
Aos alunos do 5.º ano (finalistas) foi proposto que urbanizassem o bairro inteiro dos Senhores, num terreno situado no Pátio D. Fradique. Os seis projectos escolhidos têm a assinatura de Jorge Carvalheiro, Marta Aranha, Miguel Ramos, Pedro Moacho, Rita Salvador e Stefano Cerolini.
A exposição estará aberta ao público de 21 a 26 de Julho, entre as 12h00 e as 24h00.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges