Uma nova editora que é uma Ilha

No Porto, há ilhas que são bairros dentro de outros bairros, geralmente bolsas de pobreza junto a zonas residenciais abastadas. Agora, no Porto, passa a haver outro tipo de ilha. Uma Ilha com maiúscula, apesar da natureza «pequena, muito pequena» do projecto. A nova editora nasceu em Outubro e propõe-se editar «obras de autores cuja qualidade, independentemente do seu muito ou pouco reconhecimento público, seja inegável». A estreia é com o volume Mulheres de Armas – Doze histórias sobre o sexo fraco, antologia de contos sobre mulheres, alguns inéditos em português, «marcados por personagens femininas insubmissas, de carácter por vezes sombrio».
Por enquanto, os contornos da Ilha podem ser descobertos numa página do Facebook, aqui.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges