20 anos da Cotovia

A celebração pública do vigésimo aniversário da editora Cotovia começa logo à noite (21h00), na Sala de Ensaios do Centro Cultural de Belém. Nesta sessão inaugural, dedicada ao teatro, Jorge Silva Melo lerá o primeiro acto de Os Pilares da Sociedade, de Henrik Ibsen. No fim, serão lançados os livros Peças Escolhidas III, de Ibsen, e Silenciador, de Jacinto Lucas Pires.
Próximas sessões:

1 de Novembro
Sala Jorge de Sena (Centro Cultural de Belém)
16h00: “Camões”, uma lição de Vítor Aguiar e Silva, com leitura de poemas por Luis Miguel Cintra

9 de Novembro
Sala Jorge de Sena (CCB)
Das 11h00 às 13h00 – “Brevíssimo curso de literatura brasileira”, com Abel Barros Baptista, Carlos Mendes de Sousa, Clara Rowland e Osvaldo Manuel Silvestre
Das 15h00 às 17h00 – Lançamento do livro Um crime delicado de Sérgio Sant’Anna e de A poesia andando: 13 poetas no Brasil, com a presença de Marília Garcia e Valeska de Aguirre (poetas organizadoras desta antologia)

Dia 12 de Novembro
Livraria Pó dos Livros
18h30 – Lançamento do novo livro de Luís Quintais, Mais espesso que a água; e leitura de poemas por Diogo Dória

Dia 16 de Novembro
Sala Jorge de Sena (CCB)
Das 11h00 às 13h00 – “Brevíssimo curso de literatura grega e latina”, com Delfim Leão, Frederico Lourenço e Paulo Farmhouse Alberto
Das 15h00 às 17h00 – Lançamento de Odes, de Horácio, na tradução de Pedro Braga Falcão e do livro Novos ensaios helénicos e alemães, de Frederico Lourenço

Dia 19 de Novembro
Livraria Pó dos Livros
18h30 – Lançamento do novo livro de Jacinto Lucas Pires, Assobiar em público. Apresentação de Carlos Vaz Marques

Dia 29 de Novembro
Sala Jorge de Sena (CCB)
18h30 – Apresentação da série de livros BI-África Minha, constituída por 11 títulos de vários autores africanos: Amílcar Cabral, Luandino Vieira, Hernique Galvão, Castro Soromenho, Uanhenga Xitu, Baltasar Lopes, Luís Bernardo Honwana, Ruy Duarte de Carvalho e Mutimati Barnabé João.
Participam Ana de Almeida, António Duarte Silva e Francisco Teixeira da Mota. (Apoio: Casa das Áfricas de São Paulo, Brasil)



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges