2012

O pobre do 2012, candidato a pior ano de sempre (ou mesmo a último ano de sempre, se as profecias maias estiverem correctas), tem um peso tão grande em cima que eu desconfio que vai ser menos mau do que o pintam. A sério. Pela minha parte, entro no prometido annus horribilis com vontade de o tornar o menos horribilis possível.
Bom ano a todos. E que haja mais esperança do que austeridade. Além de muitos livros, claro.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges