Mea culpa, mea maxima culpa

Quem é que me mandou entrar no estádio de Alvalade com um romance intitulado O Museu da Rendição Incondicional debaixo do braço? Estava-se mesmo a ver no que ia dar. Até as letras do título são verdes, caramba.



Comentários

3 Responses to “Mea culpa, mea maxima culpa

  1. André on Agosto 28th, 2011 23:34

    Pois eu felizmente perdi o autocarro e não me apeteceu pegar no carro. poupei dinheiro e nervos.

  2. csd on Agosto 31st, 2011 9:17

    Só pela capa, já vale a pena comprar o livro!

  3. Ainda sobre leitura e futebol | Bibliotecário de Babel on Setembro 5th, 2011 11:41

    […] do que se passou com o livro de Dubravka Ugrešić, receio que por estar a ler Ferrugem Americana, de Philipp Meyer, o Domingos Paciência se lembre […]

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges