A inaudita guerra do Parque Eduardo VII
O conflito entre a APEL e a UEP, por causa da Feira do Livro de Lisboa, tem dado pano para mangas. Pelos vistos, neste momento “todos os cenários são possíveis”, quando falta menos de um mês para o começo da Feira. Como sempre, a batalha entre as duas estruturas representativas dos editores esconde outras guerras que a reestruturação recente do mercado veio ressuscitar e ampliar. Neste editorial, Francisco José Viegas disseca o “regresso da balbúrdia” e apela ao necessário bom senso das partes em “confronto”.
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