A Livrododia vista por um adulto de 36 anos

É menos vertiginosa e pixelizada do que esta, captada por uma criança de seis anos:

Em vez da correria com câmara à mão (ou máquina fotográfica digital à mão?), eu optaria por uma sequência de planos fixos da escola Manoel de Oliveira, longos de cinco minutos para se perceber como é a atmosfera de uma das melhores livrarias que tive o prazer de visitar nos últimos tempos, durante umas férias que apontaram, não por acaso, à zona Oeste.



Comentários

One Response to “A Livrododia vista por um adulto de 36 anos”

  1. VigoK on Julho 21st, 2008 20:50

    Digo isto muito sinceramente: já impressiona – muito mal, obviamente – essa repetitiva e insistente publicidade que vocês se dão uns aos outros.
    Não só dá um ar de conspiração, como vos retira toda e qualqer credibilidade que poderiam ter tido nesta “luta” – e presença – que é o trabalhar na Cultura. Faz-vos parecer como uns esganados “falseadores”, quando não o são.

    Críticos, editores e livreiros – novos – não se devem “apresentar” como criadores usando estruturas análogas, e muito menos as próprias…pura e simplesmente vos desmerece do trabalho com que realmente poderiam estar a contribuir…
    Até porque acabam por estar a dizer as mesmas “coisas”, provocando solidificante fastidio.

    Cada vez me desapontam mais. Mas ainda há esperança…

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges