A partir das nove e meia, dez

Festa a sério, hoje, na Trama. Não é todos os dias que uma livraria comemora, cheia de saúde, um ano de vida (a Byblos que o diga). Dependendo da hora a que acabe este espectáculo e da resistência do babysitter, talvez dê para passar por lá. Se não der, aqui fica um abraço apertado para a Catarina e para o Ricardo. Que se aguentem sempre tão bem como se têm aguentado até aqui é o que vos desejo.



Comentários

2 Responses to “A partir das nove e meia, dez”

  1. Catarina on Dezembro 3rd, 2008 17:27

    Olá Zé Mário, obrigado pelo post. Foi um ano… incrível (e uma festa proporcional).
    Um beijinho!

  2. Luís Graça on Dezembro 4th, 2008 1:28

    Não vou dizer para se escrever José Mário em vez de Zé Mário. Eu escrevo Zé Mário e acho que faço muito bem. E também escrevo OBRIGADO. Só que eu sou homem. Acho eu de que.

    E realmente foi um ano incrível. Eu também acreditei em muita coisa. Pelo menos em alguma coisa. Mas “as coisas mudam”, como alguém me disse.
    Faltou-me “ratice” e tramei-me.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges