A primeira capa da nova ‘Ler’

Depois de revelada em fragmentos (aqui e aqui), eis a versão completa.
O lançamento da revista é na próxima terça-feira, dia 22, às 21h30, no BBC (Belém Bar Café).



Comentários

4 Responses to “A primeira capa da nova ‘Ler’”

  1. linkspontoPT on Abril 23rd, 2008 12:17

    Grande capa!

    (…) penso no absurdo de escrever. De estar a escrever quando podia estar com os amigos, ir ao cinema, ir dançar que é uma coisa de que gosto… mas não, um tipo está ali e é um bocado esquizofrénico. (…) Há sempre uma parte subterrânea nas obras de arte impossível de explicar. Como no amor. Esse mistério é, talvez seja, a própria essência do acto criador. (…) Quando criamos é como se provocássemos uma espécie de loucura, quando nos fechamos sozinhos para escrever é como se nos tornássemos doentes. A nossa superfície de contacto com a realidade diminui, ali estamos encarcerados numa espécie de ovo… só que tem de haver uma parte racional em nós que ordene a desordem provocada. A escrita é um delírio organizado.

    Lobo Antunes – Jornal de Letras, Janeiro 1982

  2. Bibliotecário de Babel – Esta noite, 21h30, em Belém on Maio 2nd, 2008 13:54

    […] dia mundial do Livro também é o dia nacional da (regressada) Ler. A festa é mais logo, a distribuição da revista só começa amanhã, mas já se pode ir espreitando o look do novo […]

  3. Domingos da Mota on Maio 4th, 2008 15:24

    Excelente a capa e o conteúdo da revista Ler. Quanto à entrevista de António Lobo Antunes e a propósito de José Saramago, só me cabe dizer que ambos são humanos, demasiadamente humanos. Fundamentalmente, dois nomes que ficarão na «Grande História da Literatura» portuguesa e iniversal.

  4. Domingos da Mota on Maio 4th, 2008 15:51

    Peço desculpa pelo erro, pela gralha, pela falta de esmero, no último parágrafo do meu comentário, a propósito da capa e do conteúdo da revista Ler:

    Fundamentalmente, dois nomes que ficarão na «Grande História da Literatura» portuguesa e universal.

    Iniversal ?!…, não sei o que seja.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges