A triste história da ‘morte’ de Manuel Rosa

Isabel Coutinho conta-a em detalhe, aqui. Faço minhas as palavras de Arnaldo Saraiva: «Nunca tive conhecimento de nenhuma história assim. Existe gente louca, perversa ou até ressentida ou então é um caso de psiquiatria.»



Comentários

7 Responses to “A triste história da ‘morte’ de Manuel Rosa”

  1. Livros - A triste história da ‘morte’ de Manuel Rosa / RetortaBlog on Fevereiro 22nd, 2008 17:32

    […] Livros – A triste história da ‘morte’ de Manuel Rosa […]

  2. pal on Fevereiro 22nd, 2008 18:13

    palavra qe quando li as tuas palavras aqui, “ainda não sei pormenores”, passou-me pela cabeça que tal pudesse ter sucedido…

    aconteceu algo ligeiramente semelhante há muitos anos quando estava numa rádio regional e foi sobre alguém dessa cidade – foi tb com um telefonema ao próprio que não meti o pé na argola…

    (tudo está bem quando acaba bem)

  3. Miguel on Fevereiro 26th, 2008 20:49

    O que considero mais alucinante nesta história é um jornalista não cuidar de verificar a veracidade da notícia e correr para o seu blogue para escrever o que escreveu.

    Acho inconcebível esta avidez pela notícia ainda por cima deste cariz.

    Considero inqualificável o comportamento de quem lançou o sórdido boato que atingiu um nível de maior náusea apenas porque contou com a colaboração incompetente deste senhor que se assina José Mário Silva e de outro caso, ainda mais grave, tendo em conta o que escreve e a forma como escreve e que dá pelo nome de Augusto M. Seabra.

    Lamentáveis também os comentários ao post e a notícia assinada por Isabel Coutinho que não tem ponta por onde se lhe pegue.

  4. José Mário Silva on Fevereiro 27th, 2008 9:00

    É tudo lamentável, não é, caro senhor que se assina Miguel? Só o seu comentário é que se aproveita, certo?
    Ninguém lamenta mais o que se passou do que eu (como já repeti várias vezes). Agora não lhe admito que confunda uma suposta avidez pela notícia com a tristeza profunda que senti naquela madrugada. Caso não saiba, a grande vantagem dos blogues em relação aos jornais é que os primeiros se podem emendar (como fiz logo que o desmentido do boato me chegou). Nos jornais, pelo contrário, a mentira fica impressa para todo o sempre. É por isso que os jornais têm de confirmar, em princípio, todas as informações que publicam e nos blogues essa regra pode ser seguida com mais brandura, não sem riscos (como se viu neste caso).
    Agora, tirar as ilações que tira, caro senhor que se assina Miguel (ou seja, que se esconde no anonimato), é de uma desonestidade intelectual e de uma cobardia que me dispenso de comentar.

  5. Miguel on Fevereiro 27th, 2008 9:40

    A sua resposta releva de uma patetice que só pode ter os seguintes comentários:
    1. Para si, eu sou anónimo porque não tenho blogue, porque me assino Miguel Tavares Vasconcelos ou porque quer que lhe deixe aqui ou numa pastelaria o meu número de telefone para confirmar que existo?
    2; Não se sirva dos argumentos do anonimato que a internet lhe oferece de bandeja para desviar o assunto para onde deseja.
    3. O senhor é um jornalista que escreve num blogue e como o compreendo, triste, chocado, conforme seu relato, a correr para o computador para nos dar conta de uma notícia desse teor, ainda por cima desse sórdido teor, ampliando a náusea, conforme referi e chamando a si a responsabilidade do boato difundido. Quem diz o senhor diz o hiper-crítico Augusto M. Seabra. Sois todos inocentes e puros? Sois adultos ou sois apenas incompetentes?
    4. A diferença que o senhor estabelece entre blogues e jornais é esclarecedora mas dispensável. Qualquer leitor de blogues já tinha dado por isso.

    Se assumisse a sua avidez pela primeirinha mãozinha e esta troca de comentários não teria lugar.
    Se tivesse juízo e competência esse boato hediondo nunca teria visto a luz do seu dia.

    Creia-me sem palavras.

  6. José Mário Silva on Fevereiro 27th, 2008 10:36

    Miguel,

    Não quero prolongar uma conversa que já estava inquinada quando a começou. Só duas notas: 1) o boato hediondo não foi propagado a partir deste blogue, já andava a circular e a fazer mossa, a pregar sustos e a magoar pessoas muito antes de eu ter publicado o post; 2) se eu tivesse essa tal “avidez pela primeirinha mãozinha” já teria dado aqui muitas notícias que não dei, embora delas tivesse conhecimento prévio.
    E só mais uma coisa: eu podia ter simplesmente apagado o post infeliz, fingindo que nunca tinha acontecido. Em vez disso, expliquei o porquê do estúpido equívoco e pedi desculpa, quer ao visado quer aos leitores. O que era preciso fazer mais para o satisfazer, a si, Miguel? Vergastadas auto-infligidas em praça pública? Um mea-culpa de hora a hora? A promessa de só anunciar mortes depois de receber cópia da certidão de óbito, devidamente autenticada?

  7. Daze on Abril 9th, 2008 10:35

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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges