Abram alas para o rei pálido

Finalmente, um dos livros mais esperados de 2011, pelo menos no mundo anglo-saxónico, chega hoje às livrarias norte-americanas. Refiro-me a The Pale King, o romance incompleto e póstumo de David Foster Wallace, uma espécie de hino ao tédio contemporâneo, com a mais burocrática e aborrecida repartição de finanças que se possa imaginar como centro da narrativa.
Vantagens da tecnologia: poucos minutos depois da meia-noite, fiz download do romance para o Kindle e li o capítulo 1 antes de adormecer.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges