Afinal a Feira do Livro do Porto volta à casa de partida

Depois de andar em bolandas, de um lado para o outro, a Feira do Livro do Porto regressa ao local de onde era suposto não ter saído: a Avenida dos Aliados. Eis o comunicado emitido hoje, a pouco mais de uma semana da abertura da Feira (1 de Junho), pelo presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, e pelo presidente da APEL, Paulo Teixeira Pinto:

«A 80.ª Feira do Livro do Porto abre ao público no próximo dia 1 de Junho na Avenida dos Aliados, com horário alargado, e prolongando-se até 20 de Junho, o domingo que antecede o S. João.
Na sequência de contactos telefónicos entre a APEL e a Câmara do Porto, as duas instituições ultrapassaram as dificuldades existentes e clarificaram a coordenação das diversas iniciativas planeadas para a Avenida dos Aliados, de forma a permitir uma gestão harmoniosa de eventos, sem pôr em causa o protocolo celebrado o ano passado entre o Município e a APEL para a realização da Feira do Livro na Baixa da Cidade.
Encerrada à meia-noite de ontem a edição de Lisboa, os trabalhos de montagem da Feira do Livro do Porto começam hoje mesmo, e prosseguem ao longo da semana, de forma a que o evento seja inaugurado no primeiro dia do mês das Festas da Cidade, enriquecendo assim o intenso programa de animação da Baixa.
Assim, durante praticamente três semanas a Avenida dos Aliados poderá voltar a conjugar de uma forma particularmente feliz a cultura e a actividade económica, em torno da grande festa do livro que é a sua própria feira.
Recorde-se que no ano passado, estreia do regresso da Feira do Livro à Baixa, o evento foi maciçamente reconhecido como um enorme sucesso, mobilizando muitas dezenas de milhares de visitantes e compradores.»



Comentários

One Response to “Afinal a Feira do Livro do Porto volta à casa de partida”

  1. Jonas on Maio 25th, 2010 9:26

    Ocorreu-me este gracejo, previsível…: a cidade do Porto ficou gaia.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges