Amanhã, na secção de Livros do ‘Actual’

– Entrevista com Valter Hugo Mãe, sobre O Filho de Mil Homens (Alfaguara), por José Mário Silva
Lógica Poética – Friedrich Hölderlin, org. de Bruno C. Duarte (Vendaval), por António Guerreiro
A Educação Sentimental dos Pássaros, de José Eduardo Agualusa (D. Quixote), por Pedro Mexia
Ataques ao Papa – Escândalos de Pedofilia e Polémicas Doutrinárias Contra Bento XVI, de Andrea Tornielli e Paolo Rodari (Presença), por Rosa Pedroso Lima
Nova História da Filosofia Ocidental – vol. 4, de Anthony Kenny (Gradiva), por Luís M. Faria
Ravelstein, de Saul Bellow (Quetzal), por Hugo Pinto Santos
Matadouro Cinco, de Kurt Vonnegut (Bertrand), por José Guardado Moreira
O Lanche do Senhor Verde, de Javier Saéz Castán (Orfeu Negro), por Sara Figueiredo Costa



Comentários

3 Responses to “Amanhã, na secção de Livros do ‘Actual’”

  1. Michelle Siqueira on Setembro 24th, 2011 16:18

    Gostei muito da entrevista com Valter Hugo Mãe. Esperava o velho sistema “matemático” de pergunta em “negrito” e respota abaixo, mas deparei-me com um belo texto envolvente e descontraído. Fiquei feliz.

    Parabéns pelo trabalho. Parabéns pela iniciativa da oferta de livros no Miradouro.

    Michelle

  2. antónia nicanor on Setembro 27th, 2011 12:07

    Dá tanto jeito uma entrevista ao autor precisamente no fim de semana do lançamento!… É claro que deve ter sido pura coincidência, mas dá um ar tão fofinho, tão, sei lá, de ajuda ao próximo… Você é um anjo, sr Silva!

  3. José Mário Silva on Setembro 27th, 2011 17:04

    antónia,

    Que eu saiba, é normal as entrevistas a um autor serem publicadas em simultâneo com o lançamento do respectivo livro (ou filme, ou disco). Nem sempre é possível, por razões de espaço ou de agenda, mas é desejável.
    No caso do Valter, até houve várias entrevistas que saíram antes do lançamento do livro.
    Não se trata, como é óbvio, de ajudar seja quem for, mas de informar os leitores que (ainda) compram jornais e revistas.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges