Amanhã, na secção de Livros do ‘Actual’

Nervo, de Diogo Vaz Pinto (Averno), por António Guerreiro
Tahrir – Os Dias da Revolução, de Alexandra Lucas Coelho (Tinta da China), por José Mário Silva
Stanley Kubrick’s Napoleon: The Greatest Movie Never Made, de Alison Castle (Taschen), por Valdemar Cruz
Os Armários Vazios, de Maria Judite de Carvalho (Ulisseia), por Pedro Mexia
Confissões de um Opiómano Inglês, de Thomas de Quincey (Alfabeto), por Hugo Pinto Santos
A Mala Assombrada, de David Machado (Presença), por Sara Figueiredo Costa
O Peso da Borboleta, de Erri de Luca (Bertrand), por José Guardado Moreira
Estratégia, de B.H. Liddell Hart (Tinta da China), por Luís M. Faria



Comentários

12 Responses to “Amanhã, na secção de Livros do ‘Actual’”

  1. nb on Maio 27th, 2011 23:55

    Olá
    não será o post/sítio mais adequado mas se o Mário, ou algum leitor do blog me puder ajudar gostava de saber quais os programas sobre Livros/Literatura que conhecem na TV:
    Vejo (Gravo) o
    – ah, a Literatura;
    – Câmara Clara;
    – Ler mais, Ler melhor;
    – Livraria Ideal.
    Mas qdo estive na Feira do Livro em Lisboa, apercebi-me de uma gravação que estava a decorrer e não era para nenhum destes programas.
    Conhecem mais algum?
    obrigada

  2. Bernardo Quentel on Maio 28th, 2011 16:59

    Fiquei atordoado ao ler a crítica de António Guerreiro a ‘Nervo’. É que o que a crítica dizia não condizia com as citações dos poemas. Isto é, o crítico elogiava alguma coisa que não estava nos versos citados. Partindo do princípio que o resto do livro segue os mesmos moldes, não se pode aquela crítica coadunar com o conteúdo do livro. Pelo que ou o crítico não leu o livro, e então é desonesto, ou trata-se de vender gato por lebre, por alguma obscura razão, e é desonesto na mesma.

  3. José Mário Silva on Maio 28th, 2011 23:42

    Caro Bernardo,

    Eu não preciso de defender o crítico, porque o crítico sabe defender-se muito bem (embora duvide que se dê ao trabalho de o fazer numa caixa de comentários). Mas posso garantir-lhe que o crítico leu o livro, como é evidente, e limitou-se a dar a sua opinião devidamente fundamentada.
    E o crítico do crítico, leu o livro?

  4. Jorge Melícias on Maio 29th, 2011 0:00

    Se precisa ou não de defender o crítico, não sei, mas antes de se abalançar nessa empreitada com tanta prontidão talvez um pequeno exercício de memória pessoal lhe refreasse um pouco o ímpeto.

  5. Bernardo Quentel on Maio 29th, 2011 17:05

    José Mário,

    Eu não duvido que o crítico tenha lido o livro. Aí começa o verdadeiro problema: trata-se de uma mistificação. Trata-se de elaborar uma mentira com vista a fins pouco nobres. José Mário, julgava-o mais capaz no que respeita a compreender uma ironia…

  6. Joaquim Santos Silva on Maio 29th, 2011 23:31

    O puto Vaz Pinto tantos beijos dá que lá vai colhendo frutos. E, depois, estes tipos intelectuais ainda fingem nada se passar. Tão sérios que eles são. Tenha vergonha JMS, se você fosse honesto diria, isso sim, muitas verdades de que, tal como eu, tem conhecimento. Mas você é dos que gosta de agradar a toda a gente, pois como escritor é medíocre e, se assim não fosse… E censure o que quiser. Só espero é apanhá.lo um dia destes numa livraria simpática, para lhe dizer cara a cara esta e outras muitas verdades. Mete-me nojo todo este meio.

  7. José Mário Silva on Maio 30th, 2011 12:00

    Bernardo,

    Mistificação? Mentira? As palavras são suas. A mim, parecem-me boomerangs.

    Joaquim,

    O meu primeiro impulso foi não publicar o seu comentário, apenas mais um que se faz de insinuações e de “verdades” por dizer, sem qualquer base factual. Eu não alimento nem me deixo manietar por descabeladas teorias conspirativas sobre a suposta podridão dos intelectuais, que ou são manifestamente exageradas ou pura e simplesmente falsas, fantasiosas ou paranóicas. Se tolerei o seu remoque, foi apenas para o avisar, e aos restantes trolls que para aí andam, que não contam comigo para estes evidentes desperdícios de tempo e energia.
    Já agora, digo-lhe que está evidentemente no seu direito de me considerar um escritor medíocre. Eu próprio não me tenho em grande conta, pode ficar descansado. Mas dar a entender que sou pouco honesto, e preocupado em agradar a toda a gente, além da ignorância e petulância que revela da sua parte, parece-me um abuso.
    Espero que no dia em que me encontrar na tal livraria simpática consiga verbalizar um pouco melhor esse teatro fantástico que parece estar em cena na sua cabeça.

  8. Joaquim Santos Silva on Maio 30th, 2011 13:00

    Sim, oxalá que sim, que consiga verbalizar melhor. Todavia, e até me fica mal dizer isto – que chatice, mas tipos como você precisavam mesmo eram de alguma verbalização física. Nos tempos actuais, fazem falta poetas como o Sena para vos pôr no lugar, vermes. Deixe-me também dizer-lhe que, por outra, você utiliza um léxico assaz rico.
    O mais irónico disto tudo é que o canalha que você defende, noutros tempos, e quando era rebelde, gozou o prato com os seus poemas de ranho e formigas.
    Para terminar: por ora ignorarei o «troll», contudo, se quiser, podemos trocar adjectivos com mais veemência e trazer outras coisas mais à tona. Dê-me corda e vai ver que me esforçarei para estar ao seu nível.

  9. José Mário Silva on Maio 30th, 2011 13:09

    Joaquim,

    Ameaças (a «verbalização física»), insultos («vermes»; «canalha»), bazófia e verborreia.
    Pela minha parte, chega.
    Não lhe darei corda alguma.
    A arruaça termina aqui.

  10. Jorge Melícias on Maio 30th, 2011 14:01

    Irá, por certo, censurar este comentário (como censurou o comentário que fiz ao antónio guerreiro) mas deixe-me dizer-lhe que o sr. é alguém, em termos intelectuais, irremediavelmente desonesto. E acredite-me que tentei, durante uns tempos, pegar leve: talvez fosse embirração minha, talvez houvesse em si algo que sobressaísse do mais rasteiro oportunismo. Mas a sua postura em relação aos mais variados assuntos impôs um ponto final onde eu ainda procurei reticências. O facto é que o sr. é mesmo alguém profundamente desonesto e oportunista. E subservientemente cobarde.

  11. José Mário Silva on Maio 30th, 2011 15:36

    Boa tarde, caro Jorge,
    The feeling is mutual. Ou, em bom português, tiraste-me as palavras da boca.
    “Subservientemente cobarde”? Ora aí está um belo epíteto. Quanto à suposta censura, é tão fácil invocá-la quando dizemos todos os dislates que nos vêm à cabeça e depois exigimos que os outros os acolham sem barafustar, não é? Pois é. Acontece que neste blogue, meu caro, sou eu que defino os limites. Quando me dão porrada, tudo bem (até me fartar do espectáculo preferido de quem não tem outro meio de exorcizar as suas frustrações). Agora, este nunca será o palco onde pessoas sem escrúpulos se divertem a atirar lama a quem não está aqui para se defender.
    Para alguém “irremediavelmente desonesto”, até sou bastante (ou demasiado) tolerante com as farpas das virgens imaculadas que se extasiam com a suposta virtude própria e o desmascarar da suposta desonestidade alheia. Mas, como no caso do Joaquim, a minha paciência tem limites. Não continuarei, Jorge, a chafurdar neste lúgubre pântano em que nadas com tanto ânimo. E, por favor, em nome do mais elementar decoro, não te atrevas a chamar censura ao que não passa de higiene. Os outros visitantes do blogue não merecem os vossos miasmas.
    So long. Ou, em bom português, adeuzinho.

  12. nb on Maio 30th, 2011 18:17

    oi?
    e alguém dar uma resposta util à minha pergunta?
    hein? aquela pergunta feita no primeiro dos comentários?
    iss’ é que era!

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges