António Lobo Antunes vence Prémio FIL de Literatura

Um júri composto por escritores e académicos espanhóis, norte-americanos, franceses, ingleses, mexicanos e peruanos atribuiu a António Lobo Antunes o Prémio da Feira Internacional do Livro de Guadalajara (México), anteriormente conhecido como Prémio Juan Rulfo, um dos mais prestigiados de entre os que são atribuídos na América Latina.
Segundo uma notícia do El País, momentos depois de saber que ganhara, Lobo Antunes terá dito, numa conversa telefónica entre Portugal e Guadalajara, que “agora só falta el gordo“. Uma referência, claro está, ao Nobel que se escapou para o rival Saramago há uma década e que o autor de Manual dos Inquisidores, pelos vistos, ainda não perdeu as esperanças de receber um dia.



Comentários

5 Responses to “António Lobo Antunes vence Prémio FIL de Literatura”

  1. Tim_booth on Setembro 9th, 2008 10:24

    E bem merecido que é! Parabéns António Lobo Antunes!

    Cheers

    http://livrosemcriterio.eraumvezumrapaz.net/

  2. Tim_booth on Setembro 9th, 2008 10:25
  3. Teresa Coutinho on Setembro 9th, 2008 16:14

    Pois é, António Lobo Antunes ainda não ganhou o Nobel, apesar de ter sido nomeado. Não sei porquê, porque o senhor ganha todos os prémios literários, sendo reconhecido o seu mérito internacionalmete. Será desta?

  4. Luís Graça on Setembro 10th, 2008 7:25

    O “El Gordo” é mais complicado…
    Estava no duche quando ouvi a notícia do Nobel do Saramago. A primeira reacção foi de satisfação pela cultura portuguesa. A segunda foi pensar que lá se tinham ido as hipóteses de Lobo Antunes.

  5. Bibliotecário de Babel – O sr. Comendador on Setembro 18th, 2008 7:56

    […] de ter ganho recentemente o Prémio Literário da Feira Internacional de Guadalajara (antigo Prémio Juan Rulfo), António Lobo Antunes recebe hoje, pelas 18h30, na Embaixada de […]

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges