Bookstagram

Enquanto utilizador do Instagram, eu costumo fotografar páginas dos livros que ando a ler, frases ou versos que me apetece partilhar com quem navega por esta rede social feita de imagens. Hoje aprendi que há uma hashtag própria para quem desafia os outros com as suas leituras (#bookstagram) e que eu no fundo já andava a participar nesse jogo malgré moi.



Comentários

2 Responses to “Bookstagram”

  1. José Passarinho on Abril 16th, 2012 12:27

    Estive agora com o Eng. José Sócrates. Disse-me estar desagradado com o rumo dos acontecimentos, não foi simpático com o que comentou acerca do António José. Perguntei-lhe sobre uma, eventual, candidatura à Presidência da República e ele riu-se. Está a ler Rousseau. Comprou um casaco da Calvin Clein e ofereceram-lhe uns óculos de sol. Tive oportunidade de lhe elogiar o fato Ermenegildo Zegna, que lhe ficava impecável. Comemos tarte de limão na esplanada do Chez Loire. Diz que lê muito o seu blog, falamos sobre o seu trabalho durante um bom pedaço, designadamente no Expresso (que ele lê no ipad), o Eng. Sócrates quer mesmo mandar vir, de Portugal, um dos seus livros (não me disse qual). Amanhã estarei numa conferência na Sorbonne e hoje, de manhã estive, com a Marie Lopú que me falou muito dos livros do Gonçalo M. Tavares, diz que os leu de um fôlego. Aqui em Paris fala-se muito da situação de Portugal e de Espanha mas também, pasme-se, do David Carreira, uma rapariga à porta da Sorbonne usava uma camisola com a fotografia dele estampada e, junto da comunidade portuguesa, os jovens, dizem-me, ouvem muito a sua música. Amanhã, de manhã, vou ao Louvre tomar um café com a Amelie Marron, e vou ver se a convido para jantar no meu hotel.

  2. margarida f. on Abril 17th, 2012 9:50

    É muito interessante esta micro narrativa, mas não tem nada a ver com o post que supostamente comenta.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges