Byblos – Dia 2
Hoje à tarde, cerca das 18h00, a Byblos estava assim nos dois pisos: cheia de gente e com filas nas caixas. Pelos vistos, a dificuldade dos acessos pode não ser um problema se o boca-a-boca funcionar e se a moda do “ir à Byblos” se for instituindo como se instituiu o “vemo-nos na Fnac”. Uma funcionária com quem falámos, e que andava de um lado para o outro a um ritmo alucinante, garantiu que da parte da manhã a “invasão” ainda foi maior e que as vendas dos dois primeiros dias estavam a superar, de longe, as melhores expectativas.
Ganho o primeiro round, é previsível que o negócio corra bem, pelo menos até ao Natal. Depois disso, cá estaremos para fazer o balanço.
Comentários
2 Responses to “Byblos – Dia 2”
- Melancólicas criaturas em 20 de Maio de 2012
- Primeiros parágrafos em 20 de Maio de 2012
- Um rato através da anaconda em 20 de Maio de 2012
- Os reflexos do mal em 19 de Maio de 2012
- O que aí vem (Esfera do Caos) em 19 de Maio de 2012
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- Juan Marsé: “Ao romancista não basta a realidade, ele tem de ir sempre um pouco mais além” em 18 de Maio de 2012
- Cinco poemas de Liberto Cruz em 17 de Maio de 2012
- A pirâmide alimentar dos escritores em 17 de Maio de 2012


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Fui à Byblos no sábado à noite: enorme decepção. Não passa de mais uma livraria de bairro… gigante. Para quem compra essencialmente livros ingleses e franceses, e alguns espanhóis, como é o meu caso, nunca substituirá a FNAC Chiado. Até a Bertrand do Picoas Plaza está mais bem fornecida em áreas como a História. Além disso, é simplesmente quixotesco abrir uma livraria assim numa zona daquelas, sem transportes públicos ao pé e com péssimo estacionamento – andei 15 minutos à procura de lugar. Não sei quando voltarei lá, mas tão cedo não será. Perdeu-se mais uma oportunidade de fazer uma livraria à escala europeia. Espero que vingue, mas tenho muitas dúvidas.
[...] (a Byblos no dia seguinte ao da inauguração, via Bibliotecário de Babel) [...]