Byblos

Byblos

A maior livraria do país abre amanhã ao público, pelas 10h00, no Amoreiras Square (Lisboa). Muito já se escreveu sobre os prodígios tecnológicos e as fabulosas dimensões do novo espaço (3300 metros quadrados), mas em nenhum lado de forma tão exaustiva como no BlogTailors. Vale a pena ler estes posts que perfazem uma espécie de contagem decrescente: 4, 3, 2, 1

Ainda hoje, o Bibliotecário de Babel (BB para os amigos, que nunca o confundem com Baptista-Bastos, nem com Brecht e muito menos com Bardot) espera ter tempo para colocar aqui uma entrevista que fez a Américo Areal, o entrepreneur que investiu quatro milhões de euros neste novo conceito de livraria. Mais tarde, e porque recebeu convite para a inauguração de logo à noite (21h00), BB promete partilhar imagens e impressões sobre o mui aguardado acontecimento.  



Comentários

4 Responses to “Byblos”

  1. KL on Dezembro 13th, 2007 17:29

    “Amoreiras Square”… mas quem é que inventa estes estrangeirismos parolos?

  2. José Mário Silva on Dezembro 13th, 2007 18:11

    Tens razão, KL. E o pior é a epidemia de Plazas…

  3. Luís Carlos Silva on Dezembro 13th, 2007 19:39

    É facto que não poderia ir, mas aborrece-me não ter recebido convite. Enfim, vou reduzir-me à minha insignificância e dar mais uma injecção de antibiótico ao gato.
    Amanhã dou lá um salto. Confesso que, como livreiro, tenho alguma curiosidade em ver este “novo conceito de livraria”…

  4. JLEAL on Dezembro 16th, 2007 0:48

    Byblos..

    Tive a oportunidade de visitar a livraria e apreciar os espaços bem concebidos, bem como obaservar atetnamente a estrutura de gestão subjacente.

    Radio Frequency Identification (RFID), já é uma realidade apetecível de se usufruir.

    Muitos parabéns. Portugal necessita cada vez mais destas iniciativas.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges