Carne humana queimada
A propósito do post em que se menciona um perfume a livros antigos, o Luís Filipe Silva fez um comentário que vale a pena puxar cá para cima, depois de editado:
Eis um exemplo de marketing alternativo (e perfeitamente horrífico) que também junta o sentido do olfacto com a edição. O excerto que se segue é de uma entrevista a uma autora chamada Poppy Z. Brite, especialista em livros de terror gore:
Q. I heard there was a limited edition of DRAWING BLOOD whose cover smelled of burnt human flesh. Is this true or is it some tale of tabloid trash?
A. Four copies of the Cahill Press limited edition of DRAWING BLOOD were caught in a California mail-store fire set by a racist firebomber. The guy managed to torch himself in the process, and supposedly the books ended up suffused with the odor of his barbecueing flesh. (I haven’t seen or smelled one.) Dealer Barry Levin sold them for $600 apiece, and the last I heard, they had all resold for double that. Horribly apt, no?
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