Centenário da morte de Machado de Assis

Faz hoje cem anos que morreu um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos (se não o maior): Joaquim Maria Machado de Assis. Na Casa Fernando Pessoa, está neste momento em curso a leitura integral do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, cujo registo gravado será oferecido à Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO). A sessão, aberta ao público, teve início às 10h00 e só deve acabar pelas 18h00, pelo que ainda pode chegar a tempo dos últimos capítulos.
Há ainda um Colóquio Machado de Assis, organizado pela Fundação Gulbenkian (hoje e amanhã), a que a Isabel Coutinho está a assistir e de que vai dando conta no seu blogue.



Comentários

4 Responses to “Centenário da morte de Machado de Assis”

  1. Centenário da morte de Machado de Assis « A Sul Reunidos - Um olhar a Sul on Setembro 29th, 2008 16:09

    […] Setembro 29, 2008 · Sem Comentários Centenário da morte de Machado de Assis, em Bibliotecário de Babel […]

  2. Teresa Coutinho on Setembro 29th, 2008 20:35

    Muito se tem dito e escrito sobre Machado de Assis, deixo uma saudação pelo grande escritor de todos os tempos. O seu carisma iguala aos escritores do seu tempo como Tolstoi, Dostoievski, Flaubert, Oscar Wilde e tantos outros.

  3. MEU NOME E JOAUM on Novembro 19th, 2008 17:50

    OI EU SOL FAM DO MASHADO DE AÇIS EU FUY AI OMDE FALARAM OKEI
    FOI MUIMTO LEEGAU TA
    BEIGOS

  4. Karine on Novembro 22nd, 2008 15:36

    Machado de Assis.. Homem importante,hoje, ao ler suas obras me sinto uma insignificante pois suas obras tem valor que não se mede… (Embora eu não tenha ficado muito satisfeita com o fim de “Memória póstumas de Brás Cubas”) Irei fazer o pss2 para a Ufal e sei que tenho que saber muito sobre ele pois tenho quase certeza q irá cair sobre ele

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges