Colóquio internacional sobre Poe em Lisboa (Março 2009)

De 18 a 20 de Março, a Faculdade de Letras de Lisboa acolherá o colóquio “Poe and Gothic Creativity”, organizado pelo Centro de Estudos Anglísticos, em colaboração com a Biblioteca Nacional, a Cinemateca Portuguesa, a FLAD (Fundação Luso-Americana) e a Casa Fernando Pessoa. Haverá comunicações académicas, debates, exposições (tanto iconográficas como bibliográficas), e ainda uma festa gótica.
Eis alguns dos temas sugeridos no call for papers:

Trans-Romantic Poe: Poe and other Romantic writers and artists; Poe and the Transcendentalists; Poe’s sources; Poe and the 19th century Press; Poe and the Transatlantic
exchanges; Poe in / out his time and place; the American Poe; the French Poe, etc.

Gothic Poe: Poe, the Gothic and/or Dark Romanticism; Poe and Horror, the Supernatural and the Fantastic; gore Poe; etc.

Pop Trickster Poe: Poe and pop culture; Poe, drugs and alcohol; Poe and literary hoaxes; Poe and novelty; Poe and humor; etc.

Psycho Poe: Poe and Psychoanalysis; Poe and the paths to Supernal Beauty (Pseudo-sciences, religion); Poe and the Romantic categories of Imagination and Fancy; Poe’s cosmogony; etc.

Formula Poe: Poe and the genres / categories of detective fiction, science-fiction, symbolist poetry, etc; Poe’s aesthetic views; Poe and the theories of the short-story; Poe and verse.
Biopic Poe: Poe and Autobiography; Poe’s fictionalized life and the lives in his fiction; the mysterious death of Edgar Allan Poe.

Forever Poe: Poe’s influences and aftermath; Poe and Modernism, Surrealism, Postmodernism, etc.; Poe, Music and the Arts; Poe and the (new) media; Poe in the cinema; Poe in Translation.



Comentários

One Response to “Colóquio internacional sobre Poe em Lisboa (Março 2009)”

  1. Luís Graça on Janeiro 23rd, 2009 21:44

    Não se pode perder.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges