Duplo Tranströmer

O Prémio Nobel de Literatura de 2011, Tomas Tranströmer, só estava publicado em Portugal de forma muito esparsa, nalgumas antologias e em jornais e blogues (que fizeram traduções de poemas avulsos). Quase um ano após a consagração que lhe foi conferida pela Academia Sueca, as editoras nacionais começam finalmente a reagir. Já este mês, a Relógio d’Água publica 50 poemas, com tradução e nota introdutória de Alexandre Pastor. Em Setembro, será a vez da Sextante lançar o único livro em prosa de Tranströmer: As Minhas Memórias Observam-me (Minnena ser mig, 1993), com prefácio de Pedro Mexia.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges