E agora é tempo de revelar, em primeiríssima mão, a capa daquele que vai ser o Livro do Ano

2666

O assombroso 2666, de Roberto Bolaño (Quetzal). Nas livrarias a partir de 26 de Setembro.



Comentários

10 Responses to “E agora é tempo de revelar, em primeiríssima mão, a capa daquele que vai ser o Livro do Ano”

  1. Menphis on Agosto 12th, 2009 11:09

    é verdade que terá 1000 e tal páginas ?

    • Capa de 2666, o mais esperado de Roberto Bolaño : Húmus on Agosto 12th, 2009 11:21

      [...] Bibliotecário de Babel Categoria: UncategorizedEtiquetas: 2666 > Roberto [...]

      • Guilherme Pires on Agosto 12th, 2009 12:23

        A edição da Anagrama tem mais de 1100 páginas (e uma capa não tão vistosa, é um facto). Será complicado para a Quetzal fazer um livro substancialmente mais pequeno. Mas não se trata de um calhamaço: é um livro admirável, dividido em cinco partes que se podem ler isoladamente e por outra ordem que não a estabelecida na edição conjunta. Aliás, Bolaño pretendia que o trabalho fosse editado em cinco livros, para assegurar um melhor retorno financeiro para os seus herdeiros e editores.

        Ainda bem que esse desígnio não se cumpriu.

        Quem traduziu a edição da Quetzal?

        Guilherme

        • rui on Agosto 12th, 2009 13:43

          A capa não é grande landum…

          • armando sousa on Agosto 12th, 2009 16:30

            Acho que a edição de “2666″ de Roberto Bolaño é o acontecimento literário do ano. Depois de ler “Os Detectives Selvagens” e “Estrela Distante” a espera para ter o livro na mão, certamente, vai parecer longa.
            Quanto à capa, as frases da revista Time e do The Independent eram dispensáveis.

            • fallorca on Agosto 12th, 2009 21:02

              O que interessa é o conteúdo, a capa é só para “mostrar”. – Pá, também o ando a ler, topas? – E o livro bem fechado :)

              • Luís Guerra on Agosto 12th, 2009 23:19

                A tradução é de Artur Guerra e Cristina Rodriguez.

                • Guilherme on Agosto 12th, 2009 23:23

                  Obrigado, Luís.

                  • Pedro Lérias on Agosto 13th, 2009 10:31

                    Isso de ‘citações’ nas capas (ou contracapas) é um hábito antigo.

                    Precisamos de reforço das nossas escolhas. Daí os bestsellers venderem mais por serem bestsellers. Se na capa houver mais alguém a dizer que gosta no livro sentimo-nos melhor em comprá-lo.

                    Agora, onde é que está aquele livro com uma citação do JMS na contracapa? Tenho que o ir comprar…

                    • 2666 ou o próximo Ulisses « Stranger in a Strange Land on Agosto 20th, 2009 21:23

                      [...] intelectuais (afinal temos que estar a par do que se diz bem lá fora…), mas a julgar pela capa algo comercial e desinspirada, não sei dizer se conseguirão atingir o sonho de qualquer editor: ser um sucesso entre a crítica [...]

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