E ao fim da tarde fomos apanhar camarinhas nas dunas

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Comentários

7 Responses to “E ao fim da tarde fomos apanhar camarinhas nas dunas”

  1. António Souto on Agosto 4th, 2010 21:22

    José Mário,
    Que saudades me fizeram agora as camarinhas…
    Já me não lembrava o nome, sequer a cor ou o fruto. Já me não lembrava o sabor. E agora, assim, com fotos e título, como tudo isso se tornou presente, tão presente como as dunas da Torreira da minha infância, que ainda as sei, mas sem as camarinhas, num cartucho (que era medida certa), compradas no regresso da praia e saboreadas com gosto…
    Obrigado por este momento tão de poesia!
    E um abraço, à “dn-jovem”!

  2. {anita} on Agosto 5th, 2010 10:42

    lindo :)

  3. csd on Agosto 6th, 2010 8:15

    a que é que sabem?

    csd

  4. ana on Agosto 6th, 2010 14:12

    É comestível??

  5. Ana Nunes Cordeiro on Agosto 6th, 2010 15:03

    Só para dizer que também pertenço ao minoritário grupo de sortudos que têm como património da infância as camarinhas :)

  6. ana on Agosto 6th, 2010 21:23

    afinidades…:))))

    afinidades:))

  7. José Mário Silva on Agosto 8th, 2010 15:56

    As camarinhas são comestíveis, sim. E o sabor é agradável. Sabem a… deixa cá ver… sabem a… sabem a camarinhas. Mas o gozo maior é apanhá-las, resquício talvez do nosso passado ancestral de recolectores de bagas, raízes e coisas afins.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges