E se de repente um livro tivesse não uma, não dez, não cem, não mil, mas 10.000 recensões na blogosfera?

É essa a meta de Michael Hyatt, CEO da Thomas Nelson, uma editora que promete oferecer cópias gratuitas dos seus livros aos bloggers que escrevam, em troca, textos de 200 palavras sobre essas obras nos respectivos blogues. A ideia começou a ganhar forma há uns meses, com um livro de Stephen Mansfield sobre Barack Obama, e o sucesso foi tal que a Thomas Nelson já criou um site exclusivamente para albergar os BRBs (Book Review Bloggers).
Haverá alguma editora portuguesa interessada num projecto deste tipo? E se houver, quantos BRBs portugueses é que seria possível angariar? Alguém arrisca uma estimativa?



Comentários

7 Responses to “E se de repente um livro tivesse não uma, não dez, não cem, não mil, mas 10.000 recensões na blogosfera?”

  1. Tim_booth on Outubro 29th, 2008 18:04

    Se houver alguma editora interessada, eu disponho-me a tal, como é óbvio. :)

    [i]Cheers[/i]

  2. Tim_booth on Outubro 29th, 2008 18:05

    Adenda:

    Salvaguardando, é claro, a imparcialidade da minha opinião sobre o livro.

    Cheers

  3. Paulo Querido on Outubro 29th, 2008 19:25

    Não. Nenhum editor português arriscará tal coisa nos próximos 2 anos.

  4. Eduardo Serra Lopes on Outubro 29th, 2008 22:25

    isso dos posts pagos ja existe há mt tempo…

  5. João André on Outubro 30th, 2008 8:24

    Bom, vou ver o que há de possibilidades de me juntar ao monte de blogger reviewers da Thomas Nelson. Por livros à borla faço as recensões necessárias. Mesmo que sem a qualidade do Zé Mário.

    PS – se houver alguma editora portuguesa interessada nisto avisa, que eu estou sempre disposto a “vender-me” :)

  6. RC on Outubro 30th, 2008 10:49

    Atenção, Paulo, que isso já foi feito cá em Portugal!

  7. Paulo Querido on Outubro 30th, 2008 13:38

    RC, sim? Quando? Por quem?

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges