Ecos da Bienal de São Paulo
Os autores japoneses foram esta semana um dos principais chamarizes da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, tendo mesmo sido anunciada a criação em breve de uma editora brasileira exclusivamente dedicada ao género manga. A 20.ª edição da Bienal regista até agora menos público do que é costume, mas os pavilhões infantis continuam a encher-se de crianças ávidas de novidades. Por exemplo, quase toda a gente quis tocar a versão gigante de O Principezinho, com 2,1 metros de largura por 1,5 de altura, que pode ser encontrada no stand do Livro Guinness dos Records, para “saber se ele é feito de papel mesmo”.
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- A pirâmide alimentar dos escritores em 17 de Maio de 2012


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