Ecos de um debate desassossegado (ou nem por isso)

João Villalobos assina hoje, no DN, uma reportagem sobre a última sessão dos “Livros em Desassossego”, escrita com a habitual acidez das suas crónicas do croquete. Entre o tédio e a adrenalina, o “chato de primeira” explica-nos como a conversa lhe serviu para confirmar que os críticos são (como dizia O’Neill) “uma chatice”.
No Cadeirão Voltaire, Andreia Brites vê as mesmas coisas de outra perspectiva.



Comentários

5 Responses to “Ecos de um debate desassossegado (ou nem por isso)”

  1. joaninha on Março 29th, 2008 18:29

    Acho mais piada ao Vilalobos.

  2. antero on Março 29th, 2008 18:38

    Mas alguém liga aos críticos de literatura? Só os amigos deles, e mesmo assim…

  3. fallorca on Março 29th, 2008 19:44

    Tresli… e nem sei se gostei, mas também não irei desgostar.

  4. fallorca on Março 30th, 2008 13:44

    Antero, o problema – porque existe e é relativamente problemático – não consiste na “crítica tribal”, mas no pseudo argumento de que generalidade dos meios de comunicação não dá à crítica o que espaço que ela mereceria, se existisse.
    Recordo-me que o Crítico – e foi-o, durante algum tempo e com letra maiúscula – João Gaspar Simões, alegava que “tinha tanto para escrever que não tinha tempo para ler”. Deduzo que já não lia o que deixou de criticar e passou a recensear.
    Leio, e também lerá por certo, crítica com o mínimo de pés e cabeça exigível para se considerar como tal no Ípsilon, assim como a leio, e por certo que também a lerá, neste meio que dispensa a forretice da Imprensa e se está nas tintas para ela, até porque não precisa dela para fazer correr “rios de tinta”. E se o caudal não pára de crescer, este blog (entre dezenas?, centenas? quantos?) é um dos seus grandes responsáveis.

  5. Aminoácido on Abril 1st, 2008 13:31

    O gajo do DN perdeu a melhor oportunidade para a sua galhofa ficar perfeitinha; esqueceu-se de dizer que o gajo que a Ferreira Alves refere como o maior divulgador de livros do país foi… fundador do Expresso.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges