Editores da escola anglo-saxónica
Aqueles que mexem no texto, discutem com os autores, apontam o dedo quando é preciso apontar, cortam quando é preciso cortar, apresentam alternativas, sugerem soluções e procuram melhorar os manuscritos que lhes chegam em bruto, para bem de quem os escreveu e de quem os há-de ler. Joana Gorjão Henriques foi à procura deste espécimes raros por cá, numa excelente reportagem publicada hoje no suplemento ípsilon, do Público. Histórias concretas: Vítor Silva Tavares/Alberto Pimenta (o binómio heteredoxo), Francisco José Viegas/Francisco Camacho (o desafio entre jornalistas) e Maria do Rosário Pedreira/José Luís Peixoto (a descoberta merecida).
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15 Responses to “Editores da escola anglo-saxónica”
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Aqueles que mexem no texto, discutem com os autores, apontam o dedo quando é preciso apontar, cortam quando é preciso cortar, apresentam alternativas, sugerem soluções e procuram melhorar os manuscritos que lhes chegam em bruto
Parece que foi isso que fizeram com o José Rodrigues dos Santos. Conclusão do próprio: (o livro) Está melhor para o mercado americano mas não para o mercado português.
A modernidade às vezes têm um preço muito elevado. Ou devia dizer, antes, modernices?
A mim surpreendeu-me não terem ouvido o Nelson de Matos, um bom fazedor de escritores, no mesmo sentido com que o Vitor Silva Tavares fez alguns meus.
Livros, desculpem: «…no mesmo sentido com que o Vitor Silva Tavares fez alguns livros meus.» Assim fica mais claro
http://palcopiniao.blogspot.com/search/label/C%C3%82MARA%20MUNICIPAL%20DE%20COIMBRA%20URBANISMO
DIVULGUE ILEGALIDADES… OBRIGADO!
Por falar em escolas de edição, puxo um outro assunto. Que achas da direcção das letras na lombada? Preferes de baixo para cima (e com a base para a direita) ou de cima para baixo (e com a base para a esquerda)? Segundo me explicaram, o primeiro caso tem a ver com métodos russos e alemães e o segundo com os métodos anglo-saxónicos. Isto parece ridículo, mas tem vindo a ser assunto de discussão para mim, agora que preciso de preparar o meu livro (tese, portanto nada de literatura :)).