Emendas

O texto do post anterior levou muitas voltas, mas mesmo muitas, a maior parte delas depois de ter sido publicado há cerca de uma hora. A quem o tenha lido neste período, se tiver paciência para tanto, sugiro uma releitura.
Já agora, os ecos do jantar vão-se espalhando pela blogosfera. Mais relatos aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.



Comentários

4 Responses to “Emendas”

  1. Jordan on Março 10th, 2009 2:13

    Henrique Fialho manda bocas ao Bibliotecário de babel:

    http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2009/03/rogerio-casanova.html

    (ler os comments onde o puto diogo vaz pinto diz umas verdades ao “génio” henrique fialho)

  2. eu sei a verdade do rogerio casanova on Março 10th, 2009 13:59

    Agora que surgem vozes contra os convivas de um jantar privado com janelas públicas, urge afirmar, lá dos confins dos pulmões: injustas, as gargantas!

    O Rogério Casanova, como é evidente, não existe; o alguém que escreve as linhas do Pastoral Portuguesa – curiosamente, aberto agora apenas a convidados – é um alguém como todos nós, com os defeitos e os problemas que também afectam os mitos.

    Aquela fotografia, manipuladora e manipulada, engana apenas quem a observar de olhos fechados.

    E assim se vão vendendo livros, mitos e personalidade em Portugal…

  3. Pop Paulo on Março 11th, 2009 9:46

    Acho óptimo que se vendam livros, mitos e personalidades.
    Por que não?
    E se o homem for um funil de contribuições, havia ou não uma teoria afirmando que o Shakespeare era isso mesmo, um conjunto de autores?
    Portanto, seja qual for a perspectiva, estamos no bom caminho.
    Como sempre, a caravana passa mesmo.

  4. eu sei a verdade do rogerio casanova on Março 11th, 2009 11:11

    E se o homem for um funil de contribuições? Nada a opor!
    A chatice é se o homem for somente um homem, como alguns de facto acreditam.
    Nesse caso, como se justificarão estes textos dos convivas do tal jantar? Serão um exemplo de desassombro ou atabalhoamento?
    Ou apenas mais uma forma de marketing viral, neste caso aplicado ao livro e à cultura, como tantas e tão variadas vezes o é?
    Se não existir um propósito comercial, mediático ou viral, cultural ou literário, se o homem for de facto apenas um homem como tantos outros, esses textos não passarão de elogio fácil e, por vias travessas, de palavras leves, fáceis, palavras de papel.
    O que é pena.

    Uma coisa parece ser verdade: aquelas calças cor-de-vinho não pertencem ao “Rogério Casanova”.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges