Estirpe de romancistas

No Babelia desta semana, o escritor mexicano Carlos Fuentes escreve «sobre a história e a evolução da narrativa latino-americana» e partilha o que considera ser o respectivo cânone de escritores e obras fundamentais do século XX e do século XXI.
Ainda no suplemento cultural do El País, vale a pena ler a recensão elogiosa de Santiago Gamboa ao mais recente romance de Michel Houellebecq (O Mapa e o Território, prestes a ser lançado por cá pela Objectiva) e a resposta de Alberto Manguel, que não compreende o entusiasmo de tantos «leitores inteligentes» com a «burocracia vitalícia» da obra do francês.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges