Faltam dez dias para as Correntes
Já há programa definitivo para a 10.ª edição do encontro Correntes d’Escritas, que decorrerá entre os dias 11 e 14 deste mês. Entre os 127 participantes que estarão na Póvoa de Varzim, nas mesas de debate ou nas muitas actividades paralelas, contam-se Almeida Faria, Ana Luísa Amaral, António Mega Ferreira, Eduardo Lourenço, Fernando Pinto do Amaral, Francisco José Viegas, Gonçalo M. Tavares, Helder Macedo, Hélia Correia, Jorge Sousa Braga, José Luís Peixoto, Manuel Gusmão, Mário Cláudio, Onésimo Teotónio Almeida, Teolinda Gersão, valter hugo mãe (Portugal), Adriana Lisboa, Antonio Cicero, Eucanaã Ferraz, João Paulo Cuenca, Luis Fernando Verissimo, Moacyr Scliar (Brasil), Carlos Quiroga, Ignacio del Valle, Jesús del Campo, José Manuel Fajardo, Juan José Millás, Uberto Stabile (Espanha), Luandino Vieira, Manuel Rui, Ondjaki (Angola), Luís Carlos Patraquim, Paulina Chiziane (Moçambique), Germano Almeida (Cabo Verde), Álvaro Uribe, Antonio Sarabia (México), Andrea Blanqué (Uruguai), Antonio Orlando Rodríguez, Karla Suarez, Leonardo Padura (Cuba), Héctor Abad Faciolince, Santiago Gambôa (Colômbia) e Oscar Málaga Gallegos (Peru).
Em vez das habituais nove, haverá dez mesas de debate, com temas repescados de edições anteriores: “Os desafios da Escrita”; “O desafio da folha em branco”; “Estou farto de palavras”; “O olhar escreve ou melhor a caneta vê”; “O Medo ou o fascínio do desconhecido”; “É literatura tudo o que não é evidente”; “Por onde me levam os livros”; “A Rua faz o livro”; “Escritas no vento, a universalidade da literatura” e “A Literatura é o sentido último das Coisas”.
Eu estarei presente na sétima destas mesas, “Por onde me levam os livros” (sexta-feira, dia 13, 17h30, Auditório Municipal), juntamente com Antonio Orlando Rodriguez, Inês Pedrosa, Jorge Arrimar, Paula Izquierdo e Rui Costa, com moderação de Vergílio Alberto Vieira.
A programação completa do encontro pode ser encontrada aqui.
A nova imagem das Correntes d’Escritas foi desenhada pelo atelier de Henrique Cayatte, que a explicou assim:
«A nova imagem remete para o universo do livro, dos seus autores e da sua escrita e ainda dos seus leitores. Mas também para as provas e para a correcção, o design, a impressão e o acabamento. Todo o ciclo. Da ideia à edição. Afinal a razão de ser destes Encontros.
Aqui o ícone é a letra, a marca são caracteres tipográficos e o código é conhecido de todos. Quando um texto é composto e paginado, a escolha do alfabeto adequado é determinante na boa leitura. O designer deve procurar, com a sua ‘invisibilidade’, reduzir a distância entre o texto original e aquele que vai ser fruído pelo leitor. Quanto menor for o ‘ruído’ maior a legibilidade. Simples e universal porque os protagonistas vêm de paragens as mais diversas.
O ‘C’, de Correntes, está composto num alfabeto humanista, logo serifado. Preto 100%. O fundo branco do papel e do écrã acolhe a informação. A barra vermelha e o ‘E’ são manuscritos, tanto pelo escritor como pelo revisor, que procuram que o texto original seja editado sem mácula. Preto e vermelho sobre branco. As cores da tipografia.»
Comentários
7 Responses to “Faltam dez dias para as Correntes”
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 29 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 22 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 16 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 9 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 2 de Dezembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 25 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 18 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 11 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 4 de Novembro de 2016
- Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ em 28 de Outubro de 2016


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Parece que a grande eloquência empregada pelos franceses na promoção dos seus produtos (veja-se por exemplo o texto do Sel de la Baleine), chegou agora às artes gráficas portugueses. É incrível como uma memória descritiva pretende dar tanto conteúdo a uma capa absolutamente banal e que não apresenta nada de novo. Enfim, é preciso justificar de alguma maneira os serviços caríssimos que cobram não é?
Os serviços do Cayatte já parecem os filmes do Jack Bronson: é do Bronson, é bom!
Mais uma empreitada do Cayatte… Morra o Cayatte, morra, PIM!
Grande elenco na Póvoa! Ainda não é desta que lá vou.
Zé Mário, cuidado coma moderação. Sexta-feira, 13…
Luís, não sou eu que modero, é o Vergílio Alberto Vieira. O que não me livra de um qualquer azar.
[…] 3, 2009 d´escrita. Posted by pmramires Filed in […]
o Carlos Quiroga não é da Espanha, basta perguntar-lhe a ele e logo se vê…
Eh! pá, então o erro é meu. Mas como já estás prevenido…
Um gajo não pode mesmo ligar a estas coisas. A minha mãe é que tem um grande pavor da sexta-feira,13.
E o número deixou de existir na Fórmula Um. Lembro-me sempre do álbum do Michel Vaillant: “Le 13 est au départ”.