FBooks
Eis um novo conceito, desenvolvido pela Leo Burnett para a LeYa: livros de ficção adaptados para o Facebook. «Os leitores poderão acompanhar o narrador de forma interactiva, mas não através de opiniões e evitando que alguém revele mais do que deve ser contado. Para cada personagem criámos um perfil no Facebook. Os diálogos entre as personagens são colocados em posts nos seus murais, sendo também utilizados links para ajudar a pôr o leitor ainda mais “dentro” da história. Por exemplo, se uma personagem visita um lugar, o link para este sítio no Google Street View é colocado junto ao texto, para que o leitor possa estar lá também. Se uma música é tocada na história, é colocado um link para o vídeo da canção no YouTube junto ao trecho do livro que cita a música.»
O primeiro livro adaptado é o romance O Bom Inverno, de João Tordo (Dom Quixote), cujas personagens e peripécias podem ser acompanhadas aqui.
Comentários
7 Responses to “FBooks”
- Por uma Esquerda que não permaneça, de braços caídos, passiva e mole, a assistir ao colapso de todas as suas conquistas em 16 de Maio de 2012
- Carlos Fuentes (1928-2012) em 16 de Maio de 2012
- Noites do ‘Mauritânia’ em 15 de Maio de 2012
- As praias do Arizona em 15 de Maio de 2012
- Balanço da Feira do Livro em 14 de Maio de 2012
- O que aí vem (Cavalo de Ferro) em 14 de Maio de 2012
- A ‘Leitura Furiosa’ em voz alta em 13 de Maio de 2012
- Primeiros parágrafos em 13 de Maio de 2012
- Queres que te faça um desenho? em 13 de Maio de 2012
- A última noite do mundo em 12 de Maio de 2012


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Esta é muito provavelmente a ideia mais parva que surgiu este ano no mundo da edição. A vontade de ser moderninho e tão web 2.0 quanto possível é tão grande que tudo serve para chamar a atenção e captar os contactos dos (como “amigos” do FB, neste caso). Chamar FBook a isto é puro MKT, absoluto soundbyte, mas funciona porque faz disto “notícia”.
só com maus romances se consegue fazer isso. finalmente, algo que dá um significado à existência de autores como o Tordo. quem se segue: o Luis Miguel Rocha?
O link não funciona
A criatividade literária, a necessidade de escrever nunca estiveram em causa, a leitura, sim, está a morrer. E estas merdices do facebook não resolvem nada, mas o Zuckerberg agradece.
o Luís Miguel Rocha e o Tordo não são bons?
De facto, uma ideia fraquíssima… Um total rebaixamento da literatura. Agora tem de vir tudo empacotado com o facebook. Haja paciência. Quero ver o que os srs. da Leya vão achar da ideia quando o facebook acabar por passar de moda (sim, vai acontecer, como acontece a todas as redes sociais). Também não me admirava que passassem a vender sapatos em vez de livros.
Os srs. da Leya não vendem sapatos?