Finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa 2009

A edição deste ano do Prémio Literário Casino da Póvoa, no valor de 20 mil euros, distinguirá um livro de poesia. Dos 90 concorrentes (ver lista completa aqui), foram seleccionados para a escolha final os seguintes 12:

  • A Moeda do Tempo, Gastão Cruz (Assírio & Alvim)
  • As Coisas Mais Simples, Nuno Júdice (Dom Quixote)
  • Filho Pródigo, José Agostinho Baptista (Assírio & Alvim)
  • Inquietude, Maria Teresa Horta (Quasi)
  • O Acidente, Jorge Gomes Miranda (Assírio & Alvim)
  • As Têmporas da Cinza, A.M. Pires Cabral (Cotovia)
  • O Amante Japonês, Armando Silva Carvalho (Assírio & Alvim)
  • Oráculo, José Rui Teixeira (Quasi)
  • Rua do Mundo, Eucanaã Ferraz (Quasi)
  • Dos Limões Amarelos do Falo às Laranjas Vermelhas da Vulva, Eduardo White (Campo das Letras)
  • A cidade e os livros, Antonio Cicero (Quasi)
  • Descrição da Mentira, Antonio Gamoneda (Quasi)

O anúncio do vencedor será feito a 11 de Fevereiro, na abertura da 10.ª edição das Correntes d’Escritas.



Comentários

2 Responses to “Finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa 2009”

  1. Antonio Cicero é um dos finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa : Húmus on Fevereiro 8th, 2009 12:17

    […] poeta brasileiro Antonio Cicero está entre os 12 finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa, cujo vencedor será conhecido no dia 12 de Fevereiro. […]

  2. Prémio Literário Correntes d’Escritas/Casino da Póvoa para Gastão Cruz | Bibliotecário de Babel on Fevereiro 11th, 2009 12:42

    […] O livro A Moeda do Tempo (Assírio & Alvim, 2006), de Gastão Cruz, é o vencedor por unanimidade do Prémio Literário Correntes d’Escritas/Casino da Póvoa 2009, este ano dedicado à poesia e com o valor de 20 mil euros. Do júri fizeram parte Ana Luísa Amaral, Casimiro de Brito, Fernando Guimarães, Jorge de Sousa Braga e Patrícia Reis. A lista dos 11 finalistas derrotados pode ser consultada aqui. […]

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges