-
Correio
Mensagens, sugestões, contributos e notícias devem ser enviados para josemariosilva [arroba] bibliotecario debabel.com
-
Posts recentes
Comentários recentes
- Ricardo em Melancólicas criaturas
- JOAO ALVES em Oito meninos juntos decidem contar uma história
- JOAO ALVES em Oito meninos juntos decidem contar uma história
- Maria José Batista em Os reflexos do mal
- Clínica Psicologia Lisbo em Os reflexos do mal
Categorias
- Atrás do Balcão
- Bibliotecas
- Blogosfera
- Cinema
- Convidados
- Críticas
- Crónicas
- Curiosidades
- Diário do Booker (2008)
- Diário do Booker (2009)
- Diário do Booker (2010)
- Diário do Booker (2011)
- Diário do Goncourt (2008)
- Divulgação
- Entrevistas
- Excertos
- Feira de Frankfurt 2011
- Futebol
- Geral
- Grande Oferta de Livros do BdB
- Grande Oferta de Livros do BdB – 2
- Imprensa estrangeira
- Imprensa portuguesa
- Leitura Furiosa
- Literatura brasileira
- Livrarias
- Maravilhas da paternidade
- Mundo editorial
- Notícias
- O que lêem os críticos quando não são obrigados a ler
- Obituário
- Pré-publicação
- Teatro
- Tecnologia
- Televisão
- Vozes de escritores
Arquivo
- Maio 2012
- Abril 2012
- Março 2012
- Fevereiro 2012
- Janeiro 2012
- Dezembro 2011
- Novembro 2011
- Outubro 2011
- Setembro 2011
- Agosto 2011
- Julho 2011
- Junho 2011
- Maio 2011
- Abril 2011
- Março 2011
- Fevereiro 2011
- Janeiro 2011
- Dezembro 2010
- Novembro 2010
- Outubro 2010
- Setembro 2010
- Agosto 2010
- Julho 2010
- Junho 2010
- Maio 2010
- Abril 2010
- Março 2010
- Fevereiro 2010
- Janeiro 2010
- Dezembro 2009
- Novembro 2009
- Outubro 2009
- Setembro 2009
- Agosto 2009
- Julho 2009
- Junho 2009
- Maio 2009
- Abril 2009
- Março 2009
- Fevereiro 2009
- Janeiro 2009
- Dezembro 2008
- Novembro 2008
- Outubro 2008
- Setembro 2008
- Agosto 2008
- Julho 2008
- Junho 2008
- Maio 2008
- Abril 2008
- Março 2008
- Fevereiro 2008
- Janeiro 2008
- Dezembro 2007
-
Meta
Foi há 105 anos
Um certo senhor (chamado Leopold Bloom) passeou por Dublin, a idolátrica, o seu esplendor. Sobre essa jornada digna de herói homérico, James Joyce disse o que havia a dizer e explicou tudo muito bem explicadinho, aqui.
publicou o Bibliotecário de Babel às 12:52 de Terça-feira, 16 de Junho de 2009 para o arquivo Geral.
Partilhar:
Facebook
Twitter
Delicious
DoMelhor
Assinar publicação:
feed RSS
email diário
Comentários
9 Responses to “Foi há 105 anos”
Leia os últimos textos publicados
- Melancólicas criaturas em 20 de Maio de 2012
- Primeiros parágrafos em 20 de Maio de 2012
- Um rato através da anaconda em 20 de Maio de 2012
- Os reflexos do mal em 19 de Maio de 2012
- O que aí vem (Esfera do Caos) em 19 de Maio de 2012
- Camané no ‘Avenida de Poemas’ em 18 de Maio de 2012
- Amanhã, na secção de Livros do ‘Actual’ em 18 de Maio de 2012
- Juan Marsé: “Ao romancista não basta a realidade, ele tem de ir sempre um pouco mais além” em 18 de Maio de 2012
- Cinco poemas de Liberto Cruz em 17 de Maio de 2012
- A pirâmide alimentar dos escritores em 17 de Maio de 2012
Pub
A minha outra morada
Blogues sobre livros
- 1979
- 2666
- A Livreira Anarquista
- A Rendição da Luz
- A volta do parafuso
- Acordo Fotográfico
- adrian&pandora
- Alêtheia
- Arte de Ler
- Assírio & Alvim
- Autores e Livros
- Beco das Imagens
- BiblioFilmes
- Biblioteca Imaginária
- Blog da Companhia
- Blog da Cotovia
- BlogTailors
- Bruaá
- Cadeirão Voltaire
- Ciberescritas
- Circo da Lama
- Contra Mundum
- ContraCapas
- Déjà Lu
- Escrita em Dia
- Espaço Llansol
- Este Ofício de Poeta
- Estrela Selvagem
- Extratexto
- Fonte de Letras
- Frenesi
- Fundação José Saramago
- Girl Meets Books
- Horas Extraordinárias
- Inventario (Lauren Mendinueta)
- Kindle Portugal
- Lavorare Stanca
- Ler ebooks
- Letra pequena
- Livraria Pó dos Livros
- Livraria Poesia Incompleta
- Livraria Trama
- Livrarias Assírio & Alvim
- Livros à volta do Mundo
- Livros de Areia
- Livros [s]em critério
- Moleskine Literário
- Montag
- Mundo Pessoa
- Murakami PT
- No vazio da onda
- Nunca Mais
- O Absurdo
- O Bibliotecário Anarquista
- O Bicho dos Livros
- O caderno de Teoria da Edição
- O Cheiro dos Livros
- O leitor sem qualidades
- O Novo Ecléctico
- O que cai dos dias
- O silêncio dos livros
- O Vermelho e o Negro
- Oficina do Livro
- Olho da Letra
- Orgia Literária
- Os Livros Ardem Mal
- Os Meus Livros
- Outras Luzes
- OVNI
- Peixinho-de-prata
- Planeta Livro
- Planeta Tangerina
- PNET Literatura
- Poesia & Lda.
- Porosidade Etérea
- Professor José Cid
- Queridas Bibliotecas
- Quetzal
- Quintas de Leitura
- Relógio d’Água
- Revista Agio
- Revista Ler
- Senhor Palomar
- Sulscrito
- Tantas Páginas
- Textos de Contracapa, 2
- The Malcolm Lowry Foundation Blog
- Vida de Livreiro
Outros blogues
- A Causa Foi Modificada
- A Ervilha Cor de Rosa
- A Memória Inventada
- A Namorada de Wittgenstein
- A Natureza do Mal
- A Origem das Espécies
- A Terceira Noite
- A vez do peão
- Abrupto
- Adufe 4.0
- Albergue Espanhol
- Alexandre Soares Silva
- Almocreve das Petas
- Ana de Amsterdam
- Animais Domésticos
- Antologia do Esquecimento
- Ar do Tempo
- Arrastão
- As Afinidades Efectivas
- As Aranhas
- Aspirina B
- Auto-retrato
- Avatares de um desejo
- Bandeira ao Vento
- Blogue de Letras
- Bomba Inteligente
- Casa de Cacela
- casa de osso
- Cibertúlia
- Cinco Dias
- Complexidade e Contradição
- Coração Duplo
- Corta-fitas
- Córtex Frontal
- Da Literatura
- De que falamos quando falamos de correr
- Diário
- Dias com árvores
- dias felizes
- Estação Central
- Estado Civil
- Ex-Ivan Nunes
- Fábrica Sombria
- Floresta do Sul
- Gattopardo
- Hospedaria Camões
- Indústrias Culturais
- irmaolucia
- João Tordo
- José Luís Peixoto
- La double vie de veronique
- Lei Seca (Pedro Mexia)
- Letra de Forma
- Letratura
- MariaMacaréu
- Mas certamente que sim!
- Máscara&Chicote
- Meditação na Pastelaria
- Miniscente
- Não tenho vida para isto
- O Avesso do Avesso
- O Caderno de Saramago
- O Escafandro
- O funcionamento de certas coisas
- O Jansenista
- O Jardim Assombrado
- O Melhor Anjo
- Os Canhões de Navarone
- Os Tempos que Correm
- País Relativo
- Pastoral Portuguesa
- Paulinho Assunção
- Pedro Rolo Duarte
- Poesia distribuída na rua
- Ponto Media
- Raposas a sul
- Retentiva
- Rua da Castela
- Rua da Judiaria
- Rui Tavares
- Serialholic
- Sete Sombras
- shavenpudenda
- Sinusite Crónica
- Sniper
- sound + vision
- Speechless
- SushiLeblon
- Teatro Anatómico
- Tio Vânia
- Trans-Ferir
- Tristram Shandy
- umblogsobrekleist
- Vida Breve
- Vidro Duplo
- Voz do Deserto
- Welcome to Elsinore
- Zero de Conduta
Contadores e Technorati
-
Nuvem de tags
- "Rogério Casanova" A. M. Pires Cabral Acordo ortográfico Afonso Cruz Agustina Bessa-Luís Alexandra Lucas Coelho Amadeu Baptista Ana Luísa Amaral Ana Teresa Pereira António Barahona António Ferra António Lobo Antunes Armando Silva Carvalho Arménio Vieira Atiq Rahimi Bruce Holland Rogers Byblos Correntes d'Escritas David Foster Wallace Dinis Machado Don DeLillo Edgar Allan Poe Efeito Borboleta Enrique Vila-Matas Eugénio de Andrade F. J. Viegas Feira do Livro Fernando Assis Pacheco Fernando Pessoa Ferreira Gullar Festival Literário da Madeira Francisco José Viegas Gastão Cruz Gonçalo M. Tavares Herberto Helder Hélia Correia I Encontro de Dezedores de Poesia (Praia da Vitória) Ian McEwan Inês Lourenço J. D. Salinger J.M.G. Le Clézio James Joyce JG Ballard Jogos Olímpicos John Updike Jonathan Franzen Jorge Fallorca Jorge Luis Borges José Cardoso Pires José Carlos Fernandes José Luís Peixoto José Rodrigues dos Santos José Saramago João Luís Barreto Guimarães João Tordo João Ubaldo Ribeiro Julio Cortázar Leya Luiz Pacheco Luz Indecisa Lydia Davis Manuel Alegre Manuel António Pina Manuel de Freitas Margarida Ferra Maria do Rosário Pedreira Maria Gabriela Llansol Maria Velho da Costa Mario Vargas Llosa Martin Amis Mia Couto Miguel Cardoso Miguel Esteves Cardoso Miguel-Manso Mário de Carvalho Negócios Nuno Dempster Olivier Rolin Olímpio Ferreira Paulo Tavares Paulo Teixeira Pinto Pedro Mexia Pedro Tamen Pierre Assouline Poesia Prémios Roberto Bolaño Rubem Fonseca Rui Manuel Amaral Ruy Belo Sophia de Mello Breyner Andresen Stieg Larsson Thomas Pynchon Tomas Tranströmer valter hugo mãe Vladimir Nabokov Vítor Nogueira YouTube Zadie Smith 2666
À venda nas livrarias:
À venda no Brasil:



Receba por e-mail




Que tradução portuguesa recomendam (JMS e restantes visitantes)?
Possuo a edição da Difel (traduzida por António Houaiss, salvo erro), e não desbravei mais do que 100 páginas — provavelmente por minha culpa, e não do livro ou da tradução.
Em todo o caso, gostaria de ouvir opiniões sobre as várias traduções desta obra que existem no mercado português (creio que existirão pelo menos duas).
BLOOMSDAY
Foi aqui que tudo começou:
Ὁμήρου Ὀδύσσεια
Ραψωδία α’
ἄνδρα μοι ἔννεπε, μοῦσα, πολύτροπον, ὃς μάλα πολλὰ
πλάγχθη, ἐπεὶ Τροίης ἱερὸν πτολίεθρον ἔπερσεν·
πολλῶν δ᾽ ἀνθρώπων ἴδεν ἄστεα καὶ νόον ἔγνω,
πολλὰ δ᾽ ὅ γ᾽ ἐν πόντῳ πάθεν ἄλγεα ὃν κατὰ θυμόν,
ἀρνύμενος ἥν τε ψυχὴν καὶ νόστον ἑταίρων.
ἀλλ᾽ οὐδ᾽ ὣς ἑτάρους ἐρρύσατο, ἱέμενός περ·
αὐτῶν γὰρ σφετέρῃσιν ἀτασθαλίῃσιν ὄλοντο,
νήπιοι, οἳ κατὰ βοῦς Ὑπερίονος Ἠελίοιο
ἤσθιον· αὐτὰρ ὁ τοῖσιν ἀφείλετο νόστιμον ἦμαρ.
τῶν ἁμόθεν γε, θεά, θύγατερ Διός, εἰπὲ καὶ ἡμῖν.
HOMERO, ODISSEIA
CANTO I
Fala-me, Musa, do homem astuto que tanto vagueou,
depois que de Tróia destruiu a cidadela sagrada.
Muitos foram os povos cujas cidades observou,
cujos espíritos conheceu; e foram muitos no mar
os sofrimentos por que passou para salvar a vida,
para conseguir o retorno dos companheiros a suas casa.
Mas eles, embora o quisesse, não logrou salvar.
Não, pereceram devido à sua loucura,
insensatos, que devoraram o gado sagrado de Hipérion,
o Sol — e assim lhes negou o deus o dia do retorno.
Destas coisas fala-nos agora, ó deusa, filha de Zeus.
(Tradução de Frederico Lourenço)
Caro Pedro Sousa,
Existem duas traduções para o português editadas em Portugal:
a) a do João Palma Ferreira, Livros do Brasil
e
b) a do Houaiss – português do Brasil – que será a melhor. Eu tenho esta versão, sendo que é a versão agora reeditada pela Difel e parece-me muito bem.
Quanto ao não ter passado das 100 páginas… Haverá alguém que tenha lido o Ulisses até ao fim? Ainda mais: haverá alguém que tenha lido o Ulisses até ao fim sem interrupções prolongadas e outras leituras pelo meio?
Boas leituras a todos.
A de João Palma Ferreira é boa. Mas nada se compara ao original, e isto é mais estrondosamente verdadeiro neste caso do quem em quase todas as demais obras-primas da literatura.
Concordo com o Alexandre.
Não conheço a versão do Houaiss, mas a do João Palma Ferreira parece-me aceitável. O verdadeiro problema de ‘Ulysses’ é este: seria necessário encontrar um James Joyce português (simile do outro, com os óculos redondos, o chapéu de lado e Dublin a correr-lhe nas veias) para conseguir transpor ‘aquilo’ para a nossa língua.
Como James Joyce só houve um, e não consta que falasse o idioma de Camões, todas as aproximações são necessariamente precárias.
O ideal é mesmo ler em inglês, mas eu já tentei uma vez e parti os dentes (é uma forma de dizer) logo ao fim de meia dúzia de páginas.
Então e sempre podemos falar do Finnegans Wake que, para mim, ainda é mais “ilegível” do que o Ulysses. Se não me engano há uma tradução brasileira, mas, por opção do próprio tradutor, uma tradução muito criativa… Já tentei ler aquilo em inglês e não deu… Com muito pena minha e algum sacrifício que tentei impor à tarefa.
É por isso que o Jorge Luis Borges, pretenso tradutor de Joyce, não deixa de ter razão quanto a uma coisa (espero que isto dê discussão): será que Joyce foi um grande escritor? Não terá o Joyce, pelo seu vanguardismo/experimentalismo, falhado o propósito comunicacional da literatura? Terá Joyce sido um grande escritor?
afonso,
Se Joyce foi um grande escritor? Caramba, neste caso ‘grande’ é um adjectivo pequeno. Joyce foi um escritor enorme, um gigante, um monstro, uma daquelas raras charneiras que mudam efectivamente o rumo da história da literatura. Sem ele, sem a sua machadada final no realismo oitocentista, a literatura do século XX não teria sido o que foi. Joyce foi até lá ao fundo, ao limite dos limites. Mais do que abrir portas ou janelas, mostrou que a casa talvez seja infinita (como Borges, aliás, também percebeu).
Quanto ao “propósito comunicacional da literatura”, gostava que explicasses um pouco melhor o que isso é. E já agora, não conheço texto que “comunique” de forma mais intensa e emocionalmente devastadora com o leitor do que o conto final do livro Dubliners: The Dead.
José Mário Silva,
Há que fazer um reparo: na minha opinião o Joyce foi – é – dos maiores escritores de todos os tempos. Tem uma obra completamente inovadora – stream of counsciousness/monólogo interior, o Ulisses que tem várias formas de narrativa – que não conhece paralelo; será daqueles escritores que influenciam todos os autores contemporâneos, mas que ninguém consegue imitar… Outros grandes escritores – lembro-me do Faulkner – deixaram uma espécie de escola (António Lobo Antunes). O Joyce deixa escola, mas a escola do Joyce é a possibilidade infinita, inegualável, irreproduzível da própria literatura.
Quanto à capacidade comunicacional da literatura: para mim não uma comunicação determinística da literatura (não acredito nisso). Há, sim, e para alguns, aquela ideia castradora de que a literatura tem de veicular uma moral, uma lição, uma ideia geral que se apodera do escritor, da obra e, finalmente, do leitor. Ora, isto para mim é possível, mas em regime diferenciado. Cada leitor é um leitor, ou vamos começar a tentar agrupar tudo o que nos diz o Herberto? Não dá, nem é suposto dar. É por isso que, mais uma vez quanto a mim, a literatura é sim uma fonte de conhecimento, mas de um conhecimento incatalogável, indeterminável. E é isso que desde sempre causa celeuma…
Nós sabemos que é conhecimento – e comunicação – só não sabemos explicar porquê.
Um dos propósitos da literatura pode ser comunicacional (num sentido veicular amoral), mas isso não reclama uma execução forçosamente acessível. Basta que seja geradora de reflexão, e o facto de ainda hoje comemoramos o Bloomsday, desfiando interpretações blogosféricas sobre Ulysses, demonstra que Joyce conseguiu instigar o nosso pensamento e lançá-lo num determinado sentido.
O meu primeiro encontro com Ulysses foi através da recomendável tradução da Livros do Brasil. Quando dei o salto para o monolítico original, rapidamente se tornou evidente que Joyce descobrira novas essências no seu idioma. Simplificando a coisa: Joyce emprega as palavras de um modo até então impensado – mas não impensável – alcançando por vezes uma voz narrativa muito directa, quase meta-cognitiva. Pura sinestesia: tive a sensação que as palavras me trespassavam, sem impedimento ou intermediário.
Paradoxalmente, é preciso superar a densidade do texto.
Na imagem feliz do José Mário Silva, seria preciso encontrar alguém que soubesse manejar a língua portuguesa da mesma forma. Preservar intocada a mestria de Joyce é irrealista (seria preciso escolher, no texto, outros pontos mais permeáveis à nossa língua e tentar fazer com eles o mesmo). Acabaríamos com um romance muito diferente, indiciador de um outro tipo de consciência e identidade (e Ulysses não deixa dúvidas que se trata também de uma homenagem contemporânea a uma confluência de identidades e culturas de que nós – ainda que nesta península – seguramente comungamos).