Georges Perec, dá-me a tua camisola!

O Alexandre Andrade escreveu um post intitulado Arte Corporal, que tomo a liberdade de reproduzir abaixo (por não me entender com o sistema de links do blogue verde alface):

Graças à revista Ler, fiquei a saber que o escritor José Luís Peixoto tem o nome do condado imaginário dos romances de Faulkner (”Yoknapatawpha”) tatuado no braço. Isto decidiu-me a tatuar “11, rue Simon-Crubellier” na minha omoplata direita. É a minha resolução de primavera.

Pois eu digo que tão iluminada resolução merece ser partilhada. Quando fores ao tattoo shop, Alexandre, não te esqueças de me avisar. Pode ser que nos façam desconto por sermos dois. E já reservei, para a sublime morada, a planta do pé direito.

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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges